quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Experiências!


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Ainda ontem falei disto a uma amiga, mas vou fazer uma experiência que dizem ser revolucionária e operar milagres na forma como passamos a olhar para a vida.

Então: ultimamente ando a reparar que de manhã, ao acordar, a primeira coisa que faço é um inventário de dores.
Dói-me a cabeça? Doem-me as costas? Os braços? As pernas? Os olhos? A garganta?
A seguir lamento-me por ter de sair da cama quentinha, por não poder dormir mais 15 horas, por não saber o que vou vestir, por estar com olheiras, por a maquilhagem não tapar o que devia e porque o cabelo acordou todo espetado.
O café queimou-me a língua e o que me apetecia mesmo era uma torradinha de pão de trigo e um croissant.
A meio da manhã, queixo-me que tenho sono, que já estou com fome outra vez, que há muito barulho, que está muito frio, que o toque de telemóvel do vizinho do lado me irrita e que o dia nunca mais chega ao fim.
Queixo-me que o trabalho está difícil, que não dou com aquela frase nem por nada, que raios partam se o autor não despachava isto em menos 100 páginas (ou o contrário, quem me dera que tivesse escrito mais 100 páginas!).
A meio da tarde já me dói o braço, e as costas, e os olhos. 
Ai a minha vida, pobre de mim!
Entretanto, barafusto porque o lanche foi engolido à pressa, já não vou a tempo da aula que queria fazer no ginásio, caraças, mais um dia em que não faço o que queria.
O jantar até está bom, mas faço o relatório do dia e por entre as mil coisas boas que posso dizer, lá vêm as queixinhas, os lamentos. 
À noite, ora bolas, que não consigo ler mais porque estou com tanto sono! Ou, não consigo dormir, porque estou outra vez com insónia! 
Oh, quem me dera poder ver mais televisão, ler mais uma hora e ainda ter tempo para preparar a roupa para o dia seguinte, para fazer os farnéis, para relaxar, para dormir.

Chiça.
É cansativo!
É muito cansativo andar sempre a reparar no que está menos bem e queixar-me de tudo! 
Todos os dias me dói qualquer coisa, todos os dias escaldo a língua no café, todos os dias me lamento de qualquer coisa!
É mesmo muito cansativo e traz uma nuvem cinzenta que não precisa de cá estar.
Pois acabou-se! 

Vou tentar passar um dia inteiro, INTEIRINHO, sem me queixar de nada nem de ninguém, sem espingardar, sem resmungar que as coisas não são todas como eu quero. 
Vou excluir propositadamente todos os comentários negativos e queixinhas! Não vou dar importância à dor do dia, vou avançar dia fora com a intenção de reparar e comentar APENAS sobre as coisas boas!
Não sei se consigo fazer isto assim logo, logo à primeira, mas caraças, vou tentar!

Hoje está um lindo dia, está sol, a temperatura está amena e deve ser o primeiro dia do ano em que não senti necessidade de usar um cachecol!
Não escaldei a língua com o café e as torradas que comi estavam um espetáculo!
Vou almoçar com o amor da minha vida e se calhar até como um bolinho!
Que tal?
É bom, não é?

:)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Disponibilizemo-nos para as coisas boas!

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Parece que às vezes a vida fica assim uns tempos em suspenso. 
Em piloto automático.
Mesmo que não pare de todo, instalamo-nos nos dias sempre da mesma forma, a fazer as mesmas tarefas, a pensar as mesmas coisas e a arrastarmo-nos por entre as obrigações, os medos, os desejos, sem vermos o que se pode estender mais à frente.
Já sei, já sei, a melhor forma de viver é estar presente no presente (passe o pleonasmo!), não ficar preso no passado nem ansiar pelo futuro, mas é importante olharmos em frente e vermos que há futuro, que há perspetivas. É importante olharmos para trás e percebermos que o que passou, passou; o que aconteceu aconteceu por algum motivo. É importante encontrar a paz em relação ao passado. Não há nada pior do que ficar-se preso no que já foi, sem se conseguir apreciar o presente nem vislumbrar um (bom) futuro.
É preciso garra, iniciativa e coragem para quebrar este círculo, para esquecer o que lá vai, quem lá vai, para acolher coisas novas, pessoas novas, para aceitar desafios novos e principalmente para mudarmos de onda, de forma de pensar.
Acredito muito que tudo na vida é uma questão de perspectiva e disponibilidade emocional. De mudanças. Mesmo quando a vida está boa, uma alteração ou outra pode trazer um novo fôlego, uma vontade renovada de fazer e viver.
Para mim, que gosto de mudanças e que resisto à cristalização, nada me dá tanto gosto nem me alarga tanto os horizontes como ter coisas novas para fazer, sítios novos onde ir, pessoas novas com quem interagir.
Gosto de desafios, de novidades, acolho-os de braços abertos. Também me assusto, também hesito, às vezes até resisto, mas nunca recuo. Nunca me acobardo.
Incluo muitas vezes a coragem, a determinação, a disponibilidade para a novidade nas minhas meditações, nas minhas declarações de intenção.
E tenho colhido os frutos.

Tudo é uma questão de disponibilidade emocional.
Quase tudo é exatamente como o pensamos. Como nos dispomos a pensar.


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Sleepless

.So me  Too true.:

Nas duas últimas noites não dormi um total de oito horas. Se dormi quatro horas por noite foi muito. 
Não me estou a armar em Prof. Marcelo, nem nada que se pareça, mas há dias (ou noites) em que o sono simplesmente não vem. 
Na primeira noite tive dores de cabeça monumentais, andei todo o dia a pisar algodão e não dormi sesta nenhuma, pensando que quando chegasse à cama no domingo à noite ia cair que nem um tordo. 
Não caí.
Como já sei o que a casa gasta (tenho destes fanicos desde os 14 anos, mais coisa menos coisa), para não me passar e ficar acordada até de manhã, pus-me a ler, para ver se a coisa se dava. Acabei por fechar o livro porque a história não me está a puxar como devia e honestamente misturar insónia com leitura por frete ou obrigação é um bocadinho deprimente. 
Saltei para outro livro, mais ligeiro, li dez minutos e passava pouco das quatro e meia quando comecei a bocejar.
Acordei às oito com as marteladas dos senhores que estão a arranjar os patamares do prédio, sendo que só me roubaram meia hora, que o despertador tocava às oito e meia.

Hoje, não só tenho a sensação de que estou a caminhar novamente sobre nuvens de algodão, como sinto que o faço num severo estado de embriaguez. Doem-me os olhos, estão pesados, ardem-me; a cabeça está um pouco zonza, ausente, e estou a franzir continuamente a testa, o que me dá um ar sisudo e distante.
Trabalho à velocidade de uma lesma. 
Não estou cá. Nem sei o que estou a fazer. As letras teimam em fugir-me.
Estou a tentar não pensar muito que esta noite é que vou dormir, que me deito às dez e durmo até os senhores chegarem amanhã, às oito. 
A expetativa dá-me sempre cabo dos planos todos. Por isso, mais vale não pensar muito.




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