segunda-feira, 22 de agosto de 2016

As Miúdas Mendes




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Há uma coisa muito portuguesinha que toda a gente faz, sem maldade, até com sincera intenção, mas que depois vai ficando para trás até já não se pensar mais nisso. Ou mesmo que se pense, na maior parte das vezes não se age ativamente para que a coisa se concretize.
É aquela coisa do "Um dia destes vamos beber um café", "Um dia destes vou fazer-te uma visitinha", "Havemos de lá ir/ de fazer /de jantar/ de combinar isso".
E na maior parte das vezes não se vai, não se faz, não se janta e não se combina.
Na maior parte das vezes.

De há uns tempos a esta parte, andava em conversações com a minha prima para que um destes "futuros" encontros se desse. Gostei muito da ideia desde o início, há muito que não estávamos juntas em ambiente descontraído para podermos pôr a conversa em dia, e apesar de nos mantermos em contacto através do mundo das redes sociais, nunca é bem a mesma coisa do que estar frente a frente e dar um abracinho apertado.

Mas confesso que achei que era daquelas coisas "para um dia".
Até que recebi uma mensagem a dizer "Amanhã estou em Braga, vamos tomar um cafézinho?!"
Raça da miúda veio mesmo! E ainda trouxe uma amiga mais do que querida!

E lá fomos, beber um café, assistir a um inesperado concerto de ópera ao ar livre e passaram-se duas horas e meia sem darmos por elas. Foi tão bom perceber que os anos e a distância não querem dizer absolutamente nada quando a base é boa. Foi tão bom ver-me ao espelho em mais aspetos do que aqueles de que me lembrava!
As miúdas Mendes são todas tão parecidas!

Fiquei de coração cheio, com a vontade de me mexer mais, de sair da toca e ir ter com as pessoas.
Ver fotos e atualizações de estado no Facebook é muito lindo (e útil quando estamos longe) mas não chega. Não é a mesma coisa do que estarmos a pirquenicar no meio da floresta e a conversar descontraidamente como se nos víssemos todas as semanas, como se não se tivessem passado 8 anos desde a última vez que nos vimos, em circunstâncias tão tristes.

Foi tão bom, tão simples, tão descontraído, tão natural!
Para a próxima temos de juntar toda a gente!
Isso é que era mesmo lindo!

8



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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

42 and Fabulous, Darling!


http://creator.keepcalmandcarryon.com/v/HfiJRhcL:

Fiz 42 anos há dois dias!

Sou daquelas pessoas um bocadinho idiotas que adoram fazer anos, que se sentem mais especiais no dia do aniversário e que nesse dia só fazem o que querem! Este ano, a única coisa que fiz que não me estava a apetecer muito foi a faixa de abdominais da aula de Body Balance!! 
O dia foi maravilhoso, simples, com praia, mimo e uns Parabéns a Você cantados a duas vozes, à meia-noite, que me encheram o coração! 

São estes os momentos que quero reter na memória. O carinho de quem me telefonou ou mandou vídeos que me fizeram ficar com a vista turva. O mimo de quem não se esquece de mim. Os 42 beijos que recebi à uma e um quarto da manhã, hora que marca oficialmente a minha chegada a este mundo doido!

Neste ano que começa agora, quero continuar a cultivar o amor por mim, pela minha vida, pelas pessoas especiais que me amam e que nunca me deixam sozinha. Quero continuar a crescer em sensibilidade; quero uma vida cada vez mais simples, mais descomplicada! Às vezes tenho tendência para complicar e não é preciso. 
Quero sentir e emitir boas energias, viver uma vida que valha a pena e não deixar nada por fazer. 
Quero conseguir pensar "Vai correr bem; tudo se resolve", sempre que me deparar com algum revés.
Quero sorrir mais. Quero pensar menos. Quero continuar a ultrapassar medos. 

São bons objetivos, não só para este ano, mas para o resto dos anos. 

Sobre o número de anos propriamente dito, não tenho grande coisa a dizer. São 42, são bons, vivi-os (quase) todos bem! Sinto-me melhor agora do que quando tinha 20 anos! Sou infinitamente mais feliz agora; gosto muito mais de mim agora! Sei melhor quem sou. Sei melhor o que quero. Sei muito melhor o que não quero. 
Se isto são coisas que vêm com a idade, então muito bem, venham mais 42, que estarei cá de braços abertos para os receber!

:)

Aquela história do vinho do Porto é capaz de não ser inteiramente disparatada!

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Recarregar

Top 50 Inspiring Quotes When You Need Some Life Motivation:


Coisas que aprendi hoje ( e ainda só passou meio dia!):

Nunca subestimar o poder de uma piza margherita
e
O poder do abraço do nosso amor.

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Bandas sonoras

Music is a great thing that helps bring people together. We hoped that by making this rap video we would get people to laugh and smile. There's nothing better than bringing a smile to someone's face, especially before the holiday's.:

Comecei a trabalhar num espaço que não é só meu. 
Aluguei um cantinho num lugar fantástico que promove o cowork e estou a adorar. Produzo mais, produzo melhor e volto para casa ao fim do dia com um sorriso nos lábios. (Podia ser por ir ver os gatinhos, de quem tenho umas saudades medonhas, mas não é só por isso. É porque gosto mesmo de sair de casa de manhã para ir trabalhar e gosto ainda mais de voltar para casa ao fim do dia, para... estar em casa!)

Trabalhando num espaço que é comum a mais pessoas e sabendo que nem todas têm trabalhos silenciosos como o meu, ia preparada para um certo nível de ruído. Teclados, impressoras, toques de telefone. Algumas conversas.
Como não quero armar-me ao pingarelho e tenho tanto direito ao meu silêncio quanto os outros têm direito aos seus telefonemas, decidi trabalhar de auscultadores enquanto ouvia uma musiquinha.
Resulta!

Já experimentei muitas músicas diferentes, alguns álbuns de músicas de yoga, outros de sons da natureza. E é bom. Hoje estava a sentir-me radical e decidi começar a ouvir as músicas que tenho no telemóvel. E quando dei por mim estava a cantar o Can't Hold Us, do Macklemore! 
Não é tão bom!

Vai daí, fui ao Spotify e como adoro piano estive toda a manhã a ouvir Chopin. Que espetáculo! Até agora, é o que resulta melhor. Bloqueia todos os ruídos, deixa-me concentrada e com o ritmo cardíaco calminho e como não tem letra, não corro o risco de dar música ao pessoal!


Há solução para tudo. 
Não me posso esquecer disto. Há solução para tudo. 

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Postas de pescada

“"Speak only if it improves upon the silence."”:

Embora já não perca tanto tempo a ler blogues ou a navegar no Facebook como há uns tempos, ainda dou uma vista de olhos pelo blogroll, ainda dou uma vista de olhos pelo feed do Facebook, não digo todos os dias, mas quase. 
Deixo-me inflamar, comover e indignar por algumas coisas, por alguns textos ou comentários, mas são muito poucos os que me fazem escrever qualquer coisa, responder ou comentar também. Principalmente se forem controversos, pouco simpáticos ou «picanços» provocadores. Não que não tenha nada para dizer, na maior parte das vezes até tenho, mas agora penso sempre se será necessário, se acrescenta valor ao que está dito e sobretudo se me cabe acrescentar alguma coisa. 
Na maior parte das vezes não. Porque quando são coisas genéricas, não especialmente dirigidas a mim, as outras pessoas quererão saber a minha opinião tanto quanto eu (não) quero saber da delas. 
Fácil.

Às vezes, quando leio alguma coisa que me irrita, que me enerva ou que suscita alguma opinião mais fervorosa, escrevo o comentário que me vem à cabeça - exatamente como o queria escrever, seja com asneiras, com arrogância, com raiva, o que for -, leio-o algumas vezes, olho para ele na sua caixinha de comentários, interiorizo que deitei cá para fora o que queria escrever, e a seguir apago-o. Apago tudo, sem pensar duas vezes. Porque na verdade aquele comentário não vai acrescentar nada, não é relevante, não interessa a ninguém. 
Há qualquer coisa de reconfortante em ver as letrinhas no ecrã; e quando digo reconfortante também posso dizer embaraçoso, porque às vezes escrevo e penso: És mesmo parva. Isto diz-se?! Apaga lá essa merda! E apago.
É uma coisa cá minha, uma opção.

A maioria dos comentários e respostas plantados nos social media são nada mais do que uma questão de ego inflamado. E o meu ego tem estado de dieta. 
O que não é mau de todo.

Lentamente, muito lentamente, estou a aplicar também este modo de agir na vida em geral, fora do contexto dos social media. Se antes podia dar a minha opinião quando ma pediam (e às vezes mesmo quando não ma pediam), agora penso duas, três vezes antes de falar. Penso se vale a pena gastar palavras ou se estou só a falar para o boneco. Penso se acrescenta alguma coisa, se quero dizer alguma coisa. E às vezes, mesmo que queira, penso se vale a pena. (Esta expressão é engraçada, gosto de pensar sobre ela: vale a pena...)

Estou a aprender a guardar para mim o que é meu, o que não acrescenta nada aos outros, o que não faz diferença, o que não aquece nem arrefece, o que não vale a pena dizer.

O curioso é que não sinto que isto seja castrador, muito pelo contrário, é libertador saber que decido o destino das minhas palavras, dos meus pensamentos e opiniões. 

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terça-feira, 12 de julho de 2016

A justa proporção das coisas.



Por muitos livros, textos e frases inspiradoras e motivadoras que leia, às vezes é difícil não ficar um bocadinho desanimada com as pessoas em geral. 

Já sei que não sou nenhuma pérola da Humanidade, que sou só mais uma de sei lá quantos que anda para aqui a tentar fazer o melhor que sabe com o que tem. Mas, e isto já é uma história antiga, custa-me sempre muito perceber que dou aos outros muito mais do que recebo. 
Custa-me mesmo. Sinto-me pequenina, insignificante. E demoro sempre uns dias a perceber que não o sou.
Já repeti isto muitas vezes, já o li em muitos sítios, já o pus em prática em várias ocasiões, mas está na altura de voltar a dar na justa medida em que recebo, de fazer aos outros não exatamente o que gostaria que me fizessem a mim, mas efetivamente o que me fazem a mim. Se há quem me faça bem sem fim, também há quem me faça menos bem do que aquilo que mereço.
Estou um bocadinho cansada de ser sempre a primeira a dar. 
E não estou a falar de bens materiais, como julgo que é evidente. Estou a falar de carinho, de atenção, de preocupação. 
Mas principalmente de consideração; é isso. Se excetuarmos o mais minúsculo núcleo de afetos que me rodeia, sinto-me muitas vezes desconsiderada, pouco valorizada, pouco apreciada. 

Portanto, está na altura de endurecer um bocadinho. 

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sexta-feira, 8 de julho de 2016

É o que é...


it is what it is.. there are something we can change, all we can do just accept:


Há uma expressão que me irrita bastante pelo sentimento de impotência e desalento que transmite. Pela resignação, pela sensação de que não podemos ser e fazer melhor do que aquilo.
Ainda por cima está na moda.

«É o que é». Ou um plural mais compostinho: «As coisas são como são». Pior ainda. Já não é só uma coisa a ultrapassar-nos e a atar-nos as mãos, são várias. É generalizado. 

Não concordo com isto. Não quero concordar, quero acreditar que quando as coisas não estão ao nosso jeito, quando não são como as idealizámos podemos sempre fazer melhor, alguma coisa, qualquer coisa para as alterar. Para as fazer funcionar a nosso favor.

Se andamos a dormir pouco, deitamo-nos mais cedo; se andamos a ver muita trash TV, desligamos a televisão e lemos um livro; se estamos gordinhos e queremos emagrecer, podemos sempre começar a fazer uma alimentação melhor, a fazer exercício; se estamos magrinhos e queremos engordar, a chave da coisa é exatamente a mesma. Se estamos descontentes com a casa, com o trabalho, com o corte de cabelo ou com as cortinas da sala, podemos sempre fazer alguma coisa, qualquer coisa.

Mas depois há aspetos da vida que não sendo responsabilidade nossa, não estando exatamente ao nosso alcance, não dependendo diretamente de nós, são como são. As coisas são como são; as pessoas são como são e a vida é como é.
Podemos dar voltas à cabeça, e ao coração, mas às vezes é preciso respirar fundo e aceitar que é assim que vai ser. É o que é.

É desanimador mas às vezes não há volta a dar-lhe.


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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Juizinho,pá!



Tachinho tão lindo de bifanas tenras e bem temperadinhas! :)




Se me pedissem para me descrever em meia dúzia de palavras, uma as primeiras que utilizaria seria sem dúvida a palavra "gulosa". Porque sou muito gulosa, sempre fui.
Embora o meu grande pecado sejam os doces, também sou gulosa por comidinhas boas, por coisas apetitosas e que normalmente me fazem mal, como batatas fritas (principalmente se tiverem ervas e sal grosso), açorda de marisco, uma boa lasanha, um bom bacalhau com natas, um cozido à portuguesa com montes de farinheira! Adoro pizzas, francezinhas da (Taberna Belga!) e agora até já gosto de bifes gordos e mal passados! 
Depois, se entrarmos no reino da doçaria, as únicas coisas de que não gosto são mesmo pudins, bolos e gelados de chocolate, embora ame o chocolate propriamente dito em todas as suas variedades.

Estas férias foram um regabofe de comidas boas, de doces sem fim, de bolas de berlim na praia, de gelados, salames de chocolate (a exceção ao chocolate, juntamente com o brigadeiro congelado do Continente!), de sobremesas em restaurantes e bolos de aniversário! 
Se há coisa com a qual não me preocupo quando estou de férias é com a comida. Como o que me apetece sem pensar duas vezes. Dizerem-me que as bolas de berlim da praia vão diretamente para as ancas é o mesmo que me dizerem que em dezembro chove. Não me faz fu nem fá! 

Isto é tudo muito lindo, mas a verdade é que depois de duas semanas de enorme descontração alimentar, com um ou dois episódios de mau estar pelo meio (porque me enfrasquei em batatas fritas e franguinho com pele e molho e tudo o que tinha direito na Guia! e outro por causa de uma maravilhosa açorda de marisco!) bastou comer umas fatias de pão com azeite e ervas a acompanhar um tachinho de bifanas (!!) no Mercado da Saudade aqui em Braga, para ficar com uma dor de cabeça que não tem nada que ver com a cabeça. 
Bem sei que é o corpo a avisar, está fartinho das minhas venetas de gulodice. E eu, que me esforço para durante todo o ano fazer uma alimentação boa e saudável, estrago tudo com os doces e com estas semanas de férias em que enfardo tudo o que me aparece à frente sem medos nem contemplações!

Queria dizer BASTA! JÁ CHEGA! (Assim em caps e tudo!), mas estamos no verão, está calor e a Olá lançou aquele corneto Choc&Bomb... O que é que uma pessoa vai fazer?!

Tenho de tentar ter juizinho no resto, comer coisinhas boas e virtualmente inofensivas para o estômago, não me distrair com o pão branco e capitular só mesmo quando não conseguir travar-me! 
Tenho de estabelecer um limite, porque não tem piada nenhuma estar a comer as coisas e saber que dali a hora e meia vou estar a sentir-me mal, com dores de barriga, de cabeça e um estômago que nem uma grávida de cinco meses tem! 

Vidas difíceis.

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terça-feira, 21 de junho de 2016

Novos desafios!


<a class="pintag searchlink" data-query="%23LostBumblebee" data-type="hashtag" href="/search/?q=%23LostBumblebee&rs=hashtag" rel="nofollow" title="#LostBumblebee search Pinterest">#LostBumblebee</a> ©2014 The Best Is Yet To COME! Free Printable : PERSONAL Use Only.


As férias são quase sempre um tempo de renovação e descontração; normalmente dava um braço para que não chegassem ao fim e no último dia fico quase sempre triste, quase deprimida, como se custasse voltar ao trabalho, à rotina.
E costuma custar!

Este ano não custou.
O último dia de férias foi tão bom, tão cheio, tão completo que não deixou espaço para tristeza ou desalento!

As férias foram boas, tão boas, tão cheias de paz, de momentos e de pessoas que não me custa regressar. Para a semana que vem a história pode ser outra, mas por enquanto, tá tudo!
Até estava um pouco ansiosa por recomeçar o trabalho, não só porque tenho coisas muito boas para fazer, como por estar neste momento a começar uma experiência nova. Não, não mudei de trabalho, continuo com os meus livrinhos e é assim que quero continuar. Mas depois de 12 anos a trabalhar quase exclusivamente em casa, decidi arriscar e experimentar um espaço de cowork.

Já conhecia o conceito, já queria fazê-lo há muito tempo, mas nunca tinha visto um espaço de que gostasse, que ficasse perto e que não me levasse à banca rota!
Pensei muito antes de embarcar nesta aventura, porque inicialmente não fazia muito sentido estar a pagar para trabalhar fora de casa quando em casa tenho todas as condições...
Mas estava a começar a sentir-me demasiado isolada do mundo; a minha única companhia durante o dia eram os meus gatos e embora os ame de paixão e esteja farta de pensar neles, o melhor para mim, para a minha produtividade e sanidade mental era mesmo sair de casa.

Vamos ver como corre, estou muito animada e hoje de manhã senti-me bem, confortável e com vontade de levar este projeto avante. Estou convencida de que não vou demorar muito tempo a rentabilizar o aluguer, porque apesar de ter sofá e frigorífico aqui tenho também a sensação de que é um local de trabalho, que aqui cumpro o meu dever e a seguir posso ir para casa, apreciar o tempo de descanso, na minha casa que é tão bonita e pacífica mas que nos últimos tempos estava com uma vibração um tanto ou quanto opressora.
Há lá coisa mais triste do que estar em casa e sentir que nunca se está completamente descansada?

Por isso, venha este novo desafio! Venha a vontade renovada de trabalhar, de fazer coisas boas. Com gosto, com disciplina, sem stresses!

O que eu gosto de desafios!

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sábado, 4 de junho de 2016

Counting the days!


D-day minus 2

hahahahahahahaha:

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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Chatas, pá!


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Gosto muito do Instagram, já disse muitas vezes que é a minha plataforma social favorita.
Já sei que só sigo quem quero seguir, que ninguém obriga ninguém a nada e sou até bastante desapegada e flexível nas páginas e pessoas que sigo. Faço muitas "limpezas" ou "reciclagens", conforme me dá na gana.
E cheira-me que me está a dar na gana daqui não tarda nada, porque já não aguento ver mais fotos do Muro das Lamentações, nem do Mar Morto!


Apre!

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Crazy lady!!

Lol Minions funny photo captions (01:23:07 AM, Tuesday 29, September 2015 PDT) – 10 pics:

Em ambiente de ginásio encontra-se de tudo um pouco, mas as minhas pessoas favoritas são sem dúvida as senhoras mais velhas que fazem hidroginástica! Têm sempre muitas histórias e muitas hérnias para contar e são verdadeiramente engraçadas! (Há quem lhes chame chatas ou aves raras, eu chamo-lhes engraçadas, que sou uma rapariga bem educada!)

Há uns tempos entrei na sauna e a porta estava entreaberta.
Entrei, fechei a porta e diz-me uma senhora:
- Olhe, deixe a porta aberta, que está muito abafado aqui dentro.

Hmmm, então está bem!!!

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Hoje estou um bocadinho lírica!

Sue Downing - SUDPL3:


A minha busca pela paz interior, pela força, pela tranquilidade não é uma coisa recente.

Lembro-me de estar nos anos mais idiotas da adolescência e de me fechar no quarto a pensar. Deitada na cama, sem música, sem luz, sem nada, só a tentar perceber a revolução que grassava dentro de mim, a tentar não gritar, não partir nada, a chorar quando era preciso (era preciso muitas vezes!) e a desenrascar-me sozinha nas épicas dores típicas de uma adolescente, a mais velha de três irmãos e a primeira a testar os limites dos pais e da vida familiar. Não digo que para os meus irmãos tenha sido mais fácil, porque a adolescência é uma altura terrível para toda a gente, mas digo que não recordo esta época com grande afeto. Não gostava muito de mim, não gostava muito de ninguém.

Pensei que "quando fosse crescida" as batalhas fossem desaparecendo, mas descobri que se a nossa natureza for batalhadora vamos sempre encontrar coisas pelas quais queremos, devemos bater-nos.
De há alguns anos a esta parte, mas mais insistentemente no último meio ano, luto por alcançar não um estado de permanente e absoluta felicidade, porque não é um objetivo realista, mas a paz de espírito, a satisfação com quem sou, o orgulho que tenho em mim, na minha postura, na minha maneira de ser e de encarar a vida.
Acredito muito no karma e na lei do retorno, acredito na lei da atração e na velha (e nojenta) máxima de que se cuspirmos para o ar, cai-nos em cima. Por isso tento ser a melhor pessoa que consigo ser, para mim e para os outros, não por medo do que daí possa advir se não for, mas por convicção de que se deve tratar toda a gente como gostaríamos de ser tratados, por acreditar que se espalharmos bondade, carinho e compreensão, é exatamente isso que recebemos em troca.

É aqui que reside a minha paz; no facto de saber que sei ser educada e cordial mesmo para as pessoas que não merecem a minha educação e cordialidade; no facto de amar sem limites porque não sei amar de outra forma; no facto de que consegui finalmente, aos 41 anos!, olhar para dentro e dizer: Gosto de ti. Gosto mesmo de ti!

Quando tinha 15 ou 16 anos, sabia que este dia ia chegar.

Tenho ainda arestas a limar, só devo estar perfeitinha lá para os 88 anos, mas até lá imagino o caminho por entre prados de papoilas e dentes-de-leão, sempre à beira de um regato, com pinheiros aqui e acolá e um céu azul com nuvens brancas de todas as formas!
Uma brisa que renova a cada inspiração, o coração cheio, os dedos entrelaçados na mão que me segura quando o passo me falha.

Ah, e cascatas, arco-íris e um unicórnio ou outro!

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Bright!


"Nothing can dim the light that shines from within." Quote by Maya Angelou and a reminder to let your light shine brightly this summer.:

Há dias realmente bons.
Começam bem, com boas vibrações, com boas notícias e com esperanças renovadas no futuro.
E depois há marcos que se atingem, estádios de entendimento, momentos verdadeiros de lâmpadinha acesa dentro da cabeça.
Às vezes, vermos espelhados nos outros (sobretudo se for de forma exacerbada) os defeitos ou comportamentos que queremos melhorar em nós é das melhores formas para entrarmos em ação, para entendermos a razão das coisas, para vermos o futuro que nos espera se os tais defeitos ou comportamentos não mudarem.
E isto é muito bom.
Dá força. Ilumina!
A luz que se acende cá dentro é quase ofuscante!


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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Que me desculpem as "super-mulheres"...


18 Perfect Words You Need To Start Using Right Now:

Desde há algum tempo a esta parte, parece que é bem dizer-se que as mulheres conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo, que não nos basta sermos mulheres, temos de ser super competentes, super empreendedoras, super despachadas, super eficientes. Consta que como os dias de uma mulher têm as mesmas horas que os do resto da Humanidade, nomeadamente que os dos homens, que coitados são limitados e só conseguem fazer uma coisa de cada vez, temos de ser ultra (já nem é super) desenrascadas e eficazes, estar em vários sítios ao mesmo tempo e chegar a todas, numa síndroma que se aproxima da ubiquidade.
Pois bem, é mentira! Isto é mentira!

Nem nós somos ultra nada nem os homens são limitados.
Fazemos todos o mesmo, podemos fazer todos o mesmo, temos o mesmo potencial para atingir os mesmos resultados se aplicarmos a mesma dedicação.
Para mim, esta é a verdadeira noção de feminismo. Porque feminismo é igualdade, não se trata de maldizer os homens para enaltecer as mulheres como parece que agora é moda - isso é feminismo rasca, desesperado.
Nós somos iguais, nas virtudes, nos defeitos, nos direitos e nas obrigações.

E enquanto as mulheres se desdobrarem para fazer tudo e mais alguma coisa, os homens não precisam de o fazer. 

É tão simples como isto!
Somos todas tão moderninhas e esclarecidas e no fim agarramo-nos a estes estereótipos saídinhos dos anos 50!
Já chega!


Um dia falamos sobre a igualdade de salários, de expetativas e de aceitação social, mas para mim a questão da igualdade de competências e responsabilidades é uma das bases de qualquer (boa) relação ou sociedade.




(Podia ainda discorrer sobre o facto de quando tento fazer dez coisas ao mesmo tempo nenhuma me sair bem, poucas ficarem completas, e de dar em doida por me sentir incompetente e "fraquinha", mas não era essa a ideia que queria registar hoje! Cheguei à conclusão que não preciso de o fazer. Não preciso de fazer dez coisas ao mesmo tempo. Se só fizer uma de cada vez, só faço uma de cada vez. E ninguém me pode apontar o dedo por isso. Não vivo na década de 50!)


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terça-feira, 17 de maio de 2016

No need...

♥:


Em miúda, sempre tive trauma por ser demasiado magra. Era das mais pequenas e magrinhas de todas as colegas da escola e o verão era uma época de grandes conflitos interiores para mim, porque ficava triste só de pensar em ir para a praia e mostrar as pernas, ou andar de saias e calções.
Depois, ao crescer e com as sucessivas mudanças que as idades trazem, comecei a sentir-me mais "normal". Já ninguém me chamava trinca-espinhas, ou libelinha, já não me diziam que estava "pele e osso" e sobretudo, ninguém me mandava comer.

Entre o fim do ano passado e o início deste ano perdi algum peso, por coisas cá minhas, absolutamente involuntárias.
Isto incomodou-me, porque nunca cheguei a ultrapassar o trauma das pernas à la Olivia Palito.
Fui à médica, fiz análises, exames e trinta por uma linha para chegar à conclusão que está tudo bem. Fiquei tranquila. Tenho 1 metro e 60 e peso quase, quase 49kg. O IMC é normal. O objetivo é chegar aos 50k, 52k daqui a pouco tempo. Sei lá, dois meses. Mas quero chegar lá a comer bem, a treinar bem e a sentir-me bem.

Se eu estou tranquila, se não tenho nada de errado, se como o que quero, na quantidade que quero e não me privo de absolutamente nada, se não estou com ar de quem tem um distúrbio alimentar nem nada que se pareça, por que raio continuam a dizer-me por entre exclamações e olhares de alto a baixo que estou "tão magrinha"? Não estou!
Por que raio me mandam comer? Já no outro dia mo disseram e hoje uma amiga repetiu a gentileza.
Parece que tenho de pedir desculpa às pessoas por ter perdido peso.
Eu não quero perder peso.
Sei que há muita gente que quer, que precisa e que se esforça para isso, mas não é o meu caso.
Não faço dietas, não faço detox, não como à base de sementes, batidos, pós, paleos e o diabo a sete, não ando a vomitar pelos cantos, não conto calorias de nada, não faço desporto como uma maluca, não falto ao respeito ao meu corpo nem à minha consciência, ao contrário de muita gente que conheço.

Então, o que dá direito aos outros para me mandarem comer?
Não percebem que é ofensivo?



E eu, em vez de responder isto tudo de viva voz, em vez de mandar as pessoas meterem-se nas suas vidas, ou mesmo de as mandar à merda, venho para aqui ventilar.
Sou uma menina, já sei.

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Yep.


Man I'm so glad that I didn't say current things!!!! Man if anyone ever read this book I don't think that I would have that many friends!!!!! Wow when I go back and think of all the things that I've wanted to say but didn't it scares me!!!!!:

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Nem todos escrevem como o Tiago Bettencourt...


12 quick questions to discover if you are an empath:


Uma pessoa tenta, tenta, esforça-se para lá do que julgava ser capaz e mesmo assim não consegue chegar a lado nenhum.
É que não me sai da cabeça.
Já tentei analisar, revi, voltei a rever e não consigo chegar a uma conclusão satisfatória. 
Estou a começar a questionar tudo: a minha inteligência, a sensibilidade estética, a competência semântica... Tudo. E não me sai da cabeça. Socorro! 


Então, aquele menino que tem nome de verbo e uns buracos nas orelhas maiores do que o Túnel do Canal da Mancha diz isto:


Ela é linda sem Make Up Ela é perfeita e quando se deita não precisa de Make Up Ela é linda é Ela é linda, linda sem Make Up
E ela não precisa de se pintar para provar que ela não precisa, pra quê inventar se ela é Ela é linda sem Make Up


Eu quando me deito também não preciso de Make Up! Aliás, nem convém, a não ser que sejamos da família Kardashian, tudo bem, mas não sendo: cara limpinha, que é para os poros respirarem!

Mas a menina da canção «não precisa de se pintar para provar que ela não precisa»... Oi?! Não entendi! Quem é que precisa de fazer alguma coisa para provar que não precisa de fazer a mesmíssima coisa que acabou de fazer? Era um bocadinho parvo, não era?
Pois era.

Toda a canção é um poema que estará só ao alcance de alguns. (E nem vamos falar da dolorosa letra do mesmo poeta que diz que a miúda lhe parte o pescoço! Será a mesma? A que não precisa de make up? Ele devia rever as pessoas com quem se dá!)

E pronto, era só isto. Dúvidas, inquietações, um drama.
Entretanto, não consigo deixar de cantar isto mentalmente e está a dar comigo em doida!

ela é linda sem make uuuup...
...
e quando se deita não precisa de make uuuup...


Consegui meter-vos a música na cabeça? Ótimo, que eu não sou egoísta e não gosto de sofrer sozinha!!


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