terça-feira, 30 de junho de 2015

Hihi

Happy!

À segunda feira ao fim da tarde há aula de hidroginástica lá no ginásio. 
A aula até deve ser boa, porque costuma estar cheia. Nos balneários há toda uma agitação com as senhoras da hidro, quase todas mais crescidotas, com as suas toucas coloridas e roupões de turco.
Conversam que se desunham e ontem apanhei um fragmento tão giro que não resisto a escrevê-lo, para memória futura:

- Ele era tão ruim, tão ruim, que não sei como não tinha o estômago cheio de úrsulas!

Tão fofinhas!

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aprender todos os dias e acabar com os carregos! (sou capaz de ter inventado esta palavra...)



Tenho cá a ideia de que tudo o que nos acontece na vida serve para nos ensinar alguma coisa, para nos fazer pensar, conhecer melhor o mundo e as pessoas. Principalmente as pessoas.
Tempos houve em que não me via a dizer uma coisa destas, mas cada vez gosto mais de mim.

Posso andar aqui carregadinha de dores nas pernas (dores que não são fruto do desporto, da postura nem de má circulação - é outro tipo de dor, de peso, que parece que tem uma natureza específica, um pouco esotérica, porém real), mas até elas reforçam o tanto que gosto de quem sou, dos meus princípios, do bem que me enche o coração.

Pode parecer conversa de treta, desconexa, taralhouca, e nem me importa que discordem de mim, porque hoje é isto mesmo que penso, sem falsas modéstias: Eu sou boa pessoa, tenho bom coração, embora não me esqueça daquilo que me magoa ou aborrece, não sou capaz de guardar rancor de ninguém, não desejo infelicidade a ninguém e fico muito contente comigo mesma quando me apercebo que tipo de pessoas quero ao meu lado e que tipo de pessoas dispenso.

E é sempre uma descoberta maravilhosa! Porque depois posso agir de acordo com o que descobri!
É libertador, na verdade. Extremamente libertador.
:)

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ponto



Já não penso noutra coisa. Estou cansada e a precisar de sol, mas quanto mais depressa tento acabar, quanto mais me quero mexer, menos vitalidade, energia e despacho tenho!
Que contra censo, catano.

Preciso de menos distrações e mais concentração. Ponto.

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quinta-feira, 11 de junho de 2015




Sou pessoa de ler muito. Tudo o que me aparece à frente, até os folhetos do supermercado!
Interesso-me por temas literários diversos, da ficção à saúde.

Numa das minhas epopeias de leitura (a meio de um capítulo particularmente difícil de traduzir e por entre revisões), dei com um texto cujo título me chamou a atenção.

12 Sinais de Ansiedade

A saber:

Preocupação excessiva
Perturbações do sono
Medos irracionais
Tensão muscular
Indigestão crónica
Medo de falar em público
Insegurança
Episódios de pânico
Reviver momentos perturbadores/tristes
Perfecionismo
Comportamentos compulsivos
Duvidar de si mesmo

Ora porra...
Tirando a indigestão crónica (que desapareceu quando deixei de beber leite e comer pão branco), o medo de falar em público e o reviver de momentos perturbadores ou tristes, estão cá todos. Em gradações, frequências e graus de importância diferentes, mas sim, a minha fabulosa "pontuação" é de 9 em 12.
Ainda acrescentava a dificuldade de concentração e as oscilações de humor. Assim, sim, fica o quadro completo. Marvelous, darling... 

Tenho-me debatido muito com estas coisas, porque nem sempre me entendo ou concordo comigo. E por isso vou lendo, pesquisando, aprendendo a lidar com isto ou com aquilo.
Ou não aprendendo coisa nenhuma.
Às vezes também acho que já chega de leituras e que mais vale ir ali à parede, dar uma valente cabeçada e depois voltar ao trabalho.

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terça-feira, 9 de junho de 2015

Assim sendo, Headsapce to the rescue!


As análises vieram boas.
Bastante boas até, com níveis jeitosinhos e uma melhoria evidente em relação às de 2013 (e às de 2011 então, nem se fala). O colesterol "mau" está um nadinha alto, mas o "bom" está muito bom, por isso sou capaz de não morrer desta.
A minha maior desconfiança era talvez uma anemia, coisa que já me aconteceu várias vezes, mas não, nem isso. Parece que também ainda não é preciso comer espinafres e postas mirandesas à maluca!
Os exames também vieram bons, normais, sem surpresas nem chatices.

Mas continuo a não dormir por aí além, continuo um bocadinho apática e com a capacidade de concentração de uma minhoca... Vamos dizer que é do calor. Do ar seco e abafado que me dá cabo dos lábios, que me comprime a cabeça e me baixa a tensão ao ponto de quase me sentir a desmaiar quando olho do monitor para o teclado.

É isso, vamos dizer que é o calor.
Mas as análises vieram boas, que era o que eu queria!
O resto aguenta-se!

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Eu nunca... já foste!

Podia fazer aqui uma extensa lista de situações da minha vida em que disse «eu nunca vou...», «eu não...», «comigo não seria assim», «ai se fosse comigo...», e outras certezas cuspidas que tais, só a bem do exercício de provar de forma provada, como dizia o poeta, que sempre que cuspimos para o ar, seja em que situação for, em que contexto e com que intenção, a coisa acaba por nos cair na testa.
São tantas as provas, em tão variados campos da minha vida que chega a ser irónico e até um pouco trágico-cómico.
Dou-vos um exemplo pequenino e idiota, que isto tanto acontece para as coisas sérias como para as mais prosaicas da vida:
Num certo verão da minha (estúpida) adolescência, disse para a minha prima: Eu alguma vez vou ser assim como as nossas mães? A varrer o chão todos os dias, tipo Carochinha?!! Nunca!

Ai não?!!

Pois há 16 anos que tenho gatos, criaturas ternurentas e amorosas que perdem mais ou menos pelo todos os dias. A pequena cá de casa, de seu nome Camila, tem o pelo um pouco mais comprido e com o calor desconfio que está prestes a transformar-se num Sphynx, de tanto que perde.
O que é que eu faço?
Varro ou aspiro a casa todos os dias, pois claro!

Pumbas!...
Que é para aprenderes a estar calada.
E isto serve para tudo, absolutamente TUDO, na vida.
É até das maiores certezas que tenho, está quase ali ao nível de uma religião...

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