terça-feira, 23 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Há-de haver comprimidos para isto!

I need this to put on my door. And on a hat. Or a shirt. I just need this on a big sign tht follows me around Get any book for 99 cents. DAILY DEALS !





Quando estou a ler uma história mais envolvente, bem escrita, que me faz mergulhar no mundo descrito, acontece-me sempre uma coisa engraçada, seja em livros de trabalho ou de lazer.
Quando pressinto que as coisas vão correr mal a determinada personagem, fico com dores de barriga, o coração bate-me mais depressa, fico com medo e aviso-as mentalmente: Não faças isso! Não cases com ele! Não vás por aí! Cuidado!

Como se tivesse alguma influência no resultado; como se o livro não estivesse já escrito!
Silly me!

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Live and let live

Love Is Love LGBT Gay Pride Rainbow Bumper by BumperStickerStore, $3.99




Não que venha a propósito de coisa alguma, mas há uma coisa que me aborrece tanto, mas tanto nesta sociedade hipócrita em que vivemos:
Por que diabo é que as pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo têm de assumir as suas preferências? Por que raio a sociedade lhes exige uma afirmação, uma justificação, uma tomada de posição?
A mim, nunca ninguém exigiu que estipulasse a minha preferência sexual. Nunca ninguém me aconselhou a declamar para quem quisesse ouvir que gosto de homens!

Fala-se muito de igualdade e da queda dos preconceitos, mas enquanto for exigido a um homossexual aquilo que não é exigido a um heterossexual, não existe igualdade e continua a haver discriminação, preconceito.

É feio, senhores, muito feio.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Épica

the life of an insomniac...LOL!
...

Não é que tenha adormecido tarde, nem que tenha acordado cedo.
Simplesmente não acordei, porque não adormeci.
Que p*ta de noite...

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Amigos



Há quem defenda que a partir de uma certa idade as pessoas deixam de conseguir fazer amigos, de conhecer gente nova com quem se identifiquem e com quem sejam capazes de estabelecer ligações.
Não concordo nada com isto.
As amizades construídas na idade adulta podem não ter e inocência ou a cumplicidade das amizades infantis ou adolescentes, mas têm outras características boas porque, regra geral, as pessoas são mais confiantes, já sabem do que gostam e não gostam nos outros e além disso têm os seus limites muito mais bem estabelecidos. É mais fácil separar o trigo do joio quando se é adulto e menos influenciável.

Gosto imenso de conhecer pessoas novas, histórias novas e acho que há pessoas que fazem falta na nossa vida, mesmo que não sejam os nossos melhores amigos.
Por exemplo, comecei a fazer Zumba há coisa de um ano e dois meses e uma das primeiras coisas que me cativou, além dos ritmos calientes e do bambolear das ancas!, foi o ambiente que se sentia na sala. As pessoas sorriam, brincavam umas com as outras, com a professora, e a aula era bem mais do que uma hora de dança e treino cardio disfarçado de diversão. Senti empatia, senti uma vibração boa.
Agora, conheço quase metade das pessoas que frequentam habitualmente a mesma aula e tenho de dizer que encontrei verdadeiras pérolas em forma de gente! Pessoas com quem me identifico, com quem gosto de conversar, de brincar e sobretudo de dançar!

Por aqui pela blogosfera também fui conhecendo ao longo dos anos pessoas que considero minhas amigas, algumas delas bastante próximas e sem as quais a minha vida não seria a mesma. Partilhamos histórias, gargalhadas e angústias e ainda que longe estamos sempre por perto.

Ter amigos, em todas as diferentes gradações, é das coisas mais reconfortantes da vida e acho que nunca é tarde para descobrir pessoas novas!

:)

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Quando as amendoeiras estiverem em flor

É aqui que nos vamos sentar


Uma das coisas que acho que se vai aprendendo com a vida, com o passar dos anos, é a gestão das ansiedades, dos desejos e das frustrações. Continuo a ser uma pessoa muito pouco paciente, quero sempre tudo à minha maneira e se possível para ontem; se não for possível, quero para ontem na mesma!
Por isso entendo bem que quando as coisas não nos correm de feição, quando uma pessoa já está cansada e frágil, as prioridades se baralhem um pouco e uma contrariedade, digamos mediana, se transforme numa quase catástrofe, numa mágoa e tristeza profunda.
Até me custa dizer isto, porque é uma constatação recente também para mim, mas são estas contrariedades que nos vão moldando, que nos vão ensinando a ter paciência, a ser crescidinhos, a ter a cabeça no lugar.
Como as desilusões amorosas da adolescência nos ensinam a reconhecer um grande amor quando ele nos bate finalmente à porta, também os imprevistos, os revezes, o adiar dos planos e dos sonhos nos ensinam que mesmo que não aconteça já, pode acontecer daqui a uns tempos.

Mesmo que o tempo não jogue a nosso favor, não se trata de desistir, apenas de adiar!
Ficamos com mais tempo para sonhar!

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