quinta-feira, 31 de julho de 2014

Finalmente!

Me and my Janome! ... and my Necci!   .... and my Feather light!




Ora bem, já sei que seria muito mais fashion desejar uns Louboutin, uma mala toda xpto da Chanel, ou um daqueles casacos lindos da Burberry's que custam os olhos da cara e o olho do... Isso, estão a ver a ideia!
Mas não, nada disso, não sou uma rapariga fashion e embora goste de coisas bonitas, custa-me a gastar os €€! (Quer dizer, não me custa a gastar, custa é a ganhar!!)

Há anos - ANOS - que quero uma máquina de costura!
Sempre que me perguntam - Então, Ana, o que queres para o Natal / para os anos? - a minha resposta é sempre a mesma.
- Quero uma máquina de costura.

Nunca ninguém me levou a sério. Todos se riam de mim, todos mesmo, até a minha mãe que sempre costurou, que nos fazia as roupas quando éramos miúdos, que, caraças, fez o meu vestido de casamento! - até ela se ria de mim: - Para que é que queres uma máquina de costura, cachopa?!!
Homessa! Para costurar!

Pois este ano, quando estava mais do que determinada a comprar uma máquina para me oferecer no aniversário, eis que o Nuno decidiu finalmente levar-me a sério! As nossas intenções coincidiram e sou agora a feliz proprietária de uma máquina que faz 15 pontos! E casas de botões! Bolas!!

O primeiro projeto foi, com grande justiça, uma bolsinha para o Nuno guardar a GoPro! Isto cá em casa é assim, uma mão lava a outra! Uma pessoa dá e recebe. É por isso que vai funcionando tão bem!

Fervilho de ideias, só ainda não tenho é tecidos! E as linhas são caras com'um raio!

:)

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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Difícil, mas necessária*

#Quote: "Forget the past. Remember the lesson."  So true!  Lessons learned ... Lost time ... A few regrets along the way, but it has def made us stronger. I would have never guessed this is how it would have all worked out, but so thankful!





Mais do que conviver bem com as opiniões alheias, aprender a aceitar o que os outros pensam de nós e ter ou manter uma imagem social, o mais importante, a mais elementar das chaves do nosso bem-estar é aprendermos a aceitar o que pensamos de nós próprios, aprendermos a aceitar a nossa verdadeira natureza, o que se passa cá dentro, aquilo que verdadeiramente somos. Sem artifícios, sem manhas.
Até podemos fazer, dizer, demonstrar aquilo que se espera de nós, mas o que sentimos, o que pensamos é unica e exclusivamente nosso.
Não há nada tão nosso como os pensamentos. Não há ninguém tão verdadeiro e honesto como a nossa cabeça e o nosso coração. E seja para o bem ou para o mal, sabemos sempre, sempre se estamos no caminho certo ou não. Mesmo que aos olhos dos outros não pareça, ou que o queiramos ignorar. Mesmo até que nos tentemos convencer do contrário.
Sabemos sempre quando fazemos o que está certo ou fazemos o que está errado.
Sabemos sempre que pontes lançamos e que pontes queimamos.

E esta sim, é *a verdadeira aprendizagem.

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terça-feira, 15 de julho de 2014

Não é só a televisão que engorda, olhem o que vos digo!

Sunny skies, flat calm waters, and a wild orca, frolicking not because he was trained to, but because he wanted to, instinctively, in the wild as it should be.
Volumosa, porém ágil!!



Ora bem, sejamos honestas e chamemos os bois pelos nomes!
Eu não sou gorda, o meu peso está mesmo no meio das quadrículas do "Peso Normal" nas tabelinhas de avaliação de peso, não tenho nada evidentemente desproporcional no corpo e, regra geral, tirando a barriguinha e um bocado de celulite no rabo, sou do mais "normal" que pode haver.
Dito isto... CHIÇA PENICO!! Fico sempre em choque quando vejo as fotografias das férias!
Os bikinis são meus inimigos figadais! Ao espelho parece menos mal, mas em foto... senhores!!

Não sendo uma baleia, sou uma pequena orca, com a diferença de que não como plâncton. No meu caso, tudo o que vem à rede é peixe!!
Ahh, tão bem metida!


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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Live the dream, one mistake at a time








Acho que devem existir poucas séries de televisão mais realistas e verdadeiras do que Girls, da brilhante Lena Dunham.
Enquanto anseio pela nova temporada, revi alguns episódios e fico sempre com uma sensação de gratidão pela honestidade com que a série foi feita. Não é uma série bonitinha, cor de rosa, politicamente correta nem subjugada a moldes ridículos e castradores. Os atores não são todos lindos de morrer, não se vestem com as últimas tendências da moda nem vivem em casas deslumbrantes ou têm empregos glamourosos. Não é disso que fala a série. Fala de pessoas imperfeitas, amizades imperfeitas, relações imperfeitas, corpos imperfeitos, que na sua imperfeição são absolutamente reais e credíveis.

E é engraçado como estando a anos-luz da perfeição rosadinha que enche a televisão e nos chafurda com a cabeça, esta série me faz sentir muito mais normal.

Temporada 4, vem depressa!

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Igualdade



Não é só no Ano Novo que se podem tomar resoluções, principalmente porque raramente funcionam. Uma pessoa está cheia de açúcares vários dos doces de Natal, e o champanhe faz crer que tudo é mais simples e mais exequível do que na realidade é, por isso, rara é a intenção de Ano Novo que chega até março, e isto a ser otimista!
Assim sendo, e porque de hoje a um mês faço 40 anos e uma pessoa chega-se a esta altura e começa a pensar na vida, aqui vai uma resolução para o próximo ano (próxima década): Dar na mesma proporção em que recebo. Em todos os aspetos. Em carinho, preocupação, consideração, respeito, atenção e por aí fora.
Muito ou pouco, depende das situações e das pessoas.
Mas é isso, Dar na mesma proporção em que recebo. E por esta ordem. Não dar e ficar à espera de receber, mas dar consoante recebi. É um pouco/muito egoísta, pouco altruísta, mas eu também não me chamo Madre Teresa.

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Há silêncios que falam

“Listen to advice and accept instruction, that you may gain wisdom in the future.” Proverbs 19:20







Eu sou despassarada em muita coisa.
Sou sempre a última a saber quem anda com quem, quem lixou quem e como, mas há situações em que sem saber bem de onde ou porquê, me chega uma sensação de que algo se passa.
Não é bom nem é mau, e de certeza que continua muita coisa a passar-me ao lado, mas pelo menos faz-me olhar com mais atenção para quem me rodeia e que pode precisar nem que seja de uma palavra meiga.
As palavras, por muito meigas que sejam, não resolvem grande coisa, mas dizem: Estou aqui para ti, pensei em ti; quis saber de ti.

Vivemos tão concentrados em ecrãs, que às vezes se torna difícil ver a vida e as pessoas.

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