sábado, 24 de maio de 2014

Porque é mesmo assim, simples...

Quando começo um trabalho, faço contas aos números de páginas, às horas, aos dias, às folgas e embora me saiam sempre furadas (sou de letras, tenho sempre desculpa para contas que ao fim de uma semana já não batem certo!), inicialmente acredito sempre que vou cumprir o objetivo todos os dias.
Faço cronogramas elaboradíssimos, em Excel atentai!, com quadradinhos e colunas e espaço para registar os minutos que demoro a fazer uma página.
O pior é quando os quadradinhos ficam por preencher, ou os números que os enchem não são os que queria, os que precisava.
É por isso, que há pouco mais de cinco minutos, decidi reformar a tabelinha deste trabalho que parece não avançar. A ideia é ela ajudar-me a ver o progresso que vou fazendo, mas quando os espaços em branco me deixam mais angustiada do que aqueles preenchidos (ainda por cima com números horríveis) está na altura de adotar o mantra do costume e abandonar estratégias para meninos, que na verdade nunca funcionam.

Por isso, se uma página me levar 25 minutos, paciência.
É o que é.
Uma página é apenas um conjunto de frases. Assim sendo, voltamos ao de sempre - à unica coisa que funciona, porque não há mais simples do que isto, não há mais realista do que isto.

Uma frase de cada vez.
Vou fazer uma frase de cada vez.

O trabalho não pode ficar por fazer.


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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Incapacidade do dia

Bad spellers of the world UNTIE!






Estou absolutamente disléxica!
Não consigo escrever "mesmo", "dente", "peso" e mais uma carrada de palavras à primeira!
Escrevo coisas como "esmom", "mosme", "dnete", "detne" e "sepo". Coisas bonitas, portanto. (Portanto também foi difícil, já agora!)

Oh, god!! (ou oh dog!, esta já é clássica!)


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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Sai (mais) um analgésico para a mesa do canto...

headache, as I sit here wishing my 3:00 headaches would go away. They are daily and I HATE THEM




Acordei, pelo segundo dia consecutivo, com dor de cabeça.
E tinha um almoço marcado com as miúdas no Centro Comercial. Ainda estive para desmarcar, não me apetecia sequer vestir "roupa de sair à rua".
Mas depois achei que as duas horas que ia "gastar" no almoço não haviam de ser muito produtivas se aqui ficasse e se saísse de casa talvez, só talvez, a dor de cabeça amainasse e voltasse mais revigorada.
A dor de cabeça não amainou, mas fez-me bem sair, conversar e constatar, mais uma vez, que todas temos as nossas merdas, todas corremos incessantemente contra o tempo, todas queremos fazer o melhor que podemos.
Por isso, vamos trabalhar.
O resto a gente vai arranjando.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Não há frase motivacional que me valha

...


Procuro ser sempre muito positiva, rir-me nas trombas da adversidade e desdenhar do tempo, esse infame que insiste em correr à minha frente.
Mas tenho alturas em que me vejo corroída por uma dúvida idiota e provavelmente disparatada.
Primeiro paralisa... depois dá gás.

Estou um bocadinho paralisada.

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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Hummph...

Ontem, enquanto estava a dar o Benfica, decidi aproveitar o facto de seis milhões de portugueses estarem coladinhos aos ecrãs da televisão, para ir às finanças meter o IRS deste ano.
Estava tudo muito bem (ou muito mal, dependendo da perspetiva - cada vez desconto mais e consigo abater menos, mas adiante), quando cheguei àquela parte da identificação da casa. Como somos os dois donos em partes iguais aqui da mansão, é preciso adicionar duas linhas, uma para cada contribuinte.
Ora bem, adicionei a minha e a seguir a do Nuno.
Ladies first, right? Wrong!!
Apareceu pois um avisinho a dizer que a organização administrativa não era uma organização matriarcal, faça o favor de corrigir!!
Juro que ainda fiquei uns instantes a olhar para aquilo, porque achei que não tinha percebido bem - eu às vezes precipito-me...
Mas não.
Primeiro vai o nome do homem, depois o da mulher, mas que brincadeira é esta? Acharia eu, porventura, que nas finanças há igualdade entre os sexos? Não senhora, que eles não são cá dessas modernices.

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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Vendidas! E chatas, pá!


Cuz we all love to beat the crap out of sweet things!!!






Esta cena de blogosfera e meia andar subitamente dedicada a dietas, a planos alimentares, a exercícios com Pts, a excomunhão de Colas Zero, e a caixas de comprimidos que nos fazem perder milagrosamente quinhentos quilos em três horas (para depois engordarmos seiscentos, em cinco minutos claro está) está a dar comigo em doida!

Uma gaja não pode ser lontra durante 48 semanas por ano e depois lembrar-se de repente que daí a mês e pico gostava de caber no biquini ou no fato de banho de há cinco anos! Tontas, pá!
E mais tontas ainda se acham que aquela conversa toda que lhes pagaram para ter consegue motivar alguém. Topam-se à distância!

Ele é sumos da loja X, sementes da loja Y, planos alimentares da marca Z, exercícios do ginásio V para caber nos biquinis da loja W... Porra, pá! Chatas!

Ninguém fala da saída de merda da Troika?
Ninguém fala do IVA que não para de aumentar?
Ninguém fala dos abatimentos do IRS que, ao invés, diminuem?
Ninguém fala da porra da segurança social?

Não, sabem porquê?
Porque o governo não encomenda posts a estas chatas!

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terça-feira, 6 de maio de 2014

Vai ser tão bom!




Keep calm and translate like hell


A minha alegria quando acabo um livro é tão incomensurável, tão plena e luminosa que decidi que a partir de agora em vez de pensar no que preciso de fazer em determinado dia como um número de páginas, vou pensar como se as ditas páginas fossem na verdade um livro inteiro! Do estilo: Ai, hoje tenho para fazer um livro de 22 páginas.
Depois traduzo, pesquisa, pesquisa, escreve, escreve,  e zás! chego ao fim do dia (se deus e os meus dedos quiserem) com o livro feito!
No dia seguinte, começo novo livro!
Será que se fizer de conta com muiiiiita força, isto resulta?

Era tão bom! Perdão, Vai ser tão bom!!

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sábado, 3 de maio de 2014

Só para não me esquecer



Getting out of the Labyrinth...








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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Ohh, my finger!!

I love finger and toe people... Francois.






Não sei se vem mais chuva ou se é desta que vem o calor, mas dói-me tanto o meu indicador direito - o famoso barómetro em forma de dedo que "adquiri" sem saber como - que me custa horrores escrever.
Sou uma datilógrafa preguiçosa, só uso quatro ou cinco dedos para escrever e os indicadores são de longe os mais utilizados. Bonito.
Se é o dedo a dizer-me que está cansadito, que as teclas o chateiam e etc e tal, está feito ao bife, porque antes de poder descansar uns dias enterrado na areia quente e refrescar no mar (que se espera quente também) ainda vai ter de teclar muito!
Mas muito mesmo.
Vou de férias de hoje a um mês e tenho tanto, tanto que fazer nestes 30 dias que nem vale a pena estar com muitas contemplações.
Nem valorizar dores, até porque quando este prazo acabar, tenho a certeza de que as dores do indicador serão as que menos me vão apoquentar.
Até estou com medo!
Sou capaz de desaparecer durante uns tempos, mas depois conto como foi!

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