quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estou com o pavio tão curtinho...



Pronto!
Isto quando se estala o verniz é uma merda.
Gosto de pensar que sou uma pessoa bem educada, gentil e civilizada.
Mas às vezes também é preciso ser bruta, curta e grossa.
Vamos ver se resulta.

Entretanto, fervo por dentro, fervo!

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Estou com uma borboletagem na barriga que nem vos conto!



Modéstia a mais também é defeito e quero deixar registado que embora reconheça que há melhores pessoas do que eu, melhores profissionais, melhores amigas, melhores mulheres, melhores filhas e melhores tudo, sou fundamentalmente boa em tudo aquilo a que me dedico e mereço todas as coisas boas que me acontecem. Todas! Faço pela vida em termos práticos e desejo com muito fervor que as coisas aconteçam como eu quero, como mereço.

E elas acontecem!
Não sou nada esotérica nem dada a grandes crenças, mas ouçam quando vos digo: O universo conspira sempre para me fazer as vontades.

Um dia dás um trambolhão que nunca mais te levantas - podem dizer os cínicos.
Mas eu respondo:
Se tiver que dar, dou. Se tiver de cair, caio.
Mas vou levantar-me sempre e vou ter sempre coisas boas na minha vida. Porque trabalho para elas, porque as desejo e porque as mereço!

:)

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Que dor!



Cada vez que tenho de entregar o IVA abre-se-me uma chaga no coração!
Custa-me horrores, a minha conta de IVA fica despidinha e abandonada.
Depois tenho 3 meses para sarar a ferida, para ir recheando a conta (com pouco, cada vez menos, mas tanto e que me custa tanto a ganhar) até que: chega-se assim ao último dia e puff! lá se vão os €€.
É certo que os entrego no último dia, no último instante possível e sob um imenso luto e protesto; mas entrego. Sou uma pobre contribuinte que é incapaz de ficar com um tostão daquilo que na verdade não lhe pertence - apesar de ser produto do meu trabalho e de já ter feito retenção na fonte de 25% de todas as páginas que dolorosamente me saíram dos dedos.
Custa tanto estar a dar cabo do corpo, da cabeça, de passar horas agarrada a esta merdice para depois passar recibos e um quarto do meu trabalho, das minhas dores, das minhas lágrimas não ser para mim... Para onde vai este dinheiro, que não o vejo?
Depois recebo o valor simbólico do recibo, mas tenho que devolver 23% que no fundo não são meus, mas que ali, no recibo, me dão a ilusão de que me pertencem...
Até se irem, como hoje, e me deixarem uma chaga aberta no coração. E a conta vazia.

Vou ali afogar as mágoas num cházinho de gengibre...
Odeio meses de IVA.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Aarrrgghh!





Tenho uma embirração especial por livros com demasiados pontos de exclamação e demasiadas reticências.
Num mundo literário ideal, um livro sério - e que quisesse ser levado a sério - teria no máximo cinco pontos de exclamação em todo o texto e zero - 0 - reticências.
Acho fraquinho!

E pronto, era só!
Retomaremos em breve a programação habitual.


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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Que tristeza de país...

Palavra de honra que já estou pelos cabelos com tanta conversa sobre praxe e sobre os quadros do Miró!
Chiça...
Com tanta coisa importante para se conversar, vai-se distraindo o "povo" com estes assuntos.
Quando é que se começa a debater os direitos que os trabalhadores a recibos verdes não têm?
Quando é que vamos falar de quem trabalha sem passar recibos, sem pagar segurança social, sem pagar impostos e depois usufrui de abonos e do Serviço Nacional de Saúde?
Quando vamos começar a pressionar o governo para criar mais postos de trabalho?
Quando é que a porra dos impostos baixam?
Quando é que nos vamos preocupar com coisas de jeito?
No fim de debatermos a legalidade e relevância das praxes?
No fim de se venderem a porra dos quadros por tuta e meia?
E no fim de descobrirmos quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha, não é?...

Tristeza de país, pá!

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