quinta-feira, 2 de julho de 2015

True

Selling your car doesn’t have to be stressful and chaotic... let us make is easy for you.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Hihi

Happy!

À segunda feira ao fim da tarde há aula de hidroginástica lá no ginásio. 
A aula até deve ser boa, porque costuma estar cheia. Nos balneários há toda uma agitação com as senhoras da hidro, quase todas mais crescidotas, com as suas toucas coloridas e roupões de turco.
Conversam que se desunham e ontem apanhei um fragmento tão giro que não resisto a escrevê-lo, para memória futura:

- Ele era tão ruim, tão ruim, que não sei como não tinha o estômago cheio de úrsulas!

Tão fofinhas!

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aprender todos os dias e acabar com os carregos! (sou capaz de ter inventado esta palavra...)



Tenho cá a ideia de que tudo o que nos acontece na vida serve para nos ensinar alguma coisa, para nos fazer pensar, conhecer melhor o mundo e as pessoas. Principalmente as pessoas.
Tempos houve em que não me via a dizer uma coisa destas, mas cada vez gosto mais de mim.

Posso andar aqui carregadinha de dores nas pernas (dores que não são fruto do desporto, da postura nem de má circulação - é outro tipo de dor, de peso, que parece que tem uma natureza específica, um pouco esotérica, porém real), mas até elas reforçam o tanto que gosto de quem sou, dos meus princípios, do bem que me enche o coração.

Pode parecer conversa de treta, desconexa, taralhouca, e nem me importa que discordem de mim, porque hoje é isto mesmo que penso, sem falsas modéstias: Eu sou boa pessoa, tenho bom coração, embora não me esqueça daquilo que me magoa ou aborrece, não sou capaz de guardar rancor de ninguém, não desejo infelicidade a ninguém e fico muito contente comigo mesma quando me apercebo que tipo de pessoas quero ao meu lado e que tipo de pessoas dispenso.

E é sempre uma descoberta maravilhosa! Porque depois posso agir de acordo com o que descobri!
É libertador, na verdade. Extremamente libertador.
:)

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ponto



Já não penso noutra coisa. Estou cansada e a precisar de sol, mas quanto mais depressa tento acabar, quanto mais me quero mexer, menos vitalidade, energia e despacho tenho!
Que contra censo, catano.

Preciso de menos distrações e mais concentração. Ponto.

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quinta-feira, 11 de junho de 2015




Sou pessoa de ler muito. Tudo o que me aparece à frente, até os folhetos do supermercado!
Interesso-me por temas literários diversos, da ficção à saúde.

Numa das minhas epopeias de leitura (a meio de um capítulo particularmente difícil de traduzir e por entre revisões), dei com um texto cujo título me chamou a atenção.

12 Sinais de Ansiedade

A saber:

Preocupação excessiva
Perturbações do sono
Medos irracionais
Tensão muscular
Indigestão crónica
Medo de falar em público
Insegurança
Episódios de pânico
Reviver momentos perturbadores/tristes
Perfecionismo
Comportamentos compulsivos
Duvidar de si mesmo

Ora porra...
Tirando a indigestão crónica (que desapareceu quando deixei de beber leite e comer pão branco), o medo de falar em público e o reviver de momentos perturbadores ou tristes, estão cá todos. Em gradações, frequências e graus de importância diferentes, mas sim, a minha fabulosa "pontuação" é de 9 em 12.
Ainda acrescentava a dificuldade de concentração e as oscilações de humor. Assim, sim, fica o quadro completo. Marvelous, darling... 

Tenho-me debatido muito com estas coisas, porque nem sempre me entendo ou concordo comigo. E por isso vou lendo, pesquisando, aprendendo a lidar com isto ou com aquilo.
Ou não aprendendo coisa nenhuma.
Às vezes também acho que já chega de leituras e que mais vale ir ali à parede, dar uma valente cabeçada e depois voltar ao trabalho.

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terça-feira, 9 de junho de 2015

Assim sendo, Headsapce to the rescue!


As análises vieram boas.
Bastante boas até, com níveis jeitosinhos e uma melhoria evidente em relação às de 2013 (e às de 2011 então, nem se fala). O colesterol "mau" está um nadinha alto, mas o "bom" está muito bom, por isso sou capaz de não morrer desta.
A minha maior desconfiança era talvez uma anemia, coisa que já me aconteceu várias vezes, mas não, nem isso. Parece que também ainda não é preciso comer espinafres e postas mirandesas à maluca!
Os exames também vieram bons, normais, sem surpresas nem chatices.

Mas continuo a não dormir por aí além, continuo um bocadinho apática e com a capacidade de concentração de uma minhoca... Vamos dizer que é do calor. Do ar seco e abafado que me dá cabo dos lábios, que me comprime a cabeça e me baixa a tensão ao ponto de quase me sentir a desmaiar quando olho do monitor para o teclado.

É isso, vamos dizer que é o calor.
Mas as análises vieram boas, que era o que eu queria!
O resto aguenta-se!

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Eu nunca... já foste!

Podia fazer aqui uma extensa lista de situações da minha vida em que disse «eu nunca vou...», «eu não...», «comigo não seria assim», «ai se fosse comigo...», e outras certezas cuspidas que tais, só a bem do exercício de provar de forma provada, como dizia o poeta, que sempre que cuspimos para o ar, seja em que situação for, em que contexto e com que intenção, a coisa acaba por nos cair na testa.
São tantas as provas, em tão variados campos da minha vida que chega a ser irónico e até um pouco trágico-cómico.
Dou-vos um exemplo pequenino e idiota, que isto tanto acontece para as coisas sérias como para as mais prosaicas da vida:
Num certo verão da minha (estúpida) adolescência, disse para a minha prima: Eu alguma vez vou ser assim como as nossas mães? A varrer o chão todos os dias, tipo Carochinha?!! Nunca!

Ai não?!!

Pois há 16 anos que tenho gatos, criaturas ternurentas e amorosas que perdem mais ou menos pelo todos os dias. A pequena cá de casa, de seu nome Camila, tem o pelo um pouco mais comprido e com o calor desconfio que está prestes a transformar-se num Sphynx, de tanto que perde.
O que é que eu faço?
Varro ou aspiro a casa todos os dias, pois claro!

Pumbas!...
Que é para aprenderes a estar calada.
E isto serve para tudo, absolutamente TUDO, na vida.
É até das maiores certezas que tenho, está quase ali ao nível de uma religião...

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Saber quem somos



Por muitas frases inspiradoras que leia e quadrinhos lindos que me apareçam no Pinterest, a verdade é que continuo a dar importância ao que os outros pensam de mim, tanto aqueles que me são próximos como os que não acrescentam nada à minha vida.
Gostava de ser diferente, de me borrifar para as opiniões alheias, de saber (sempre) quem sou, como sou de verdade e de relativizar aquilo que realmente não interessa.
Mas a verdade é que continuo a ser um frasquinho de cheiro quando alguém aponta ou salienta uma coisa que me incomoda, quando me dizem que tenho olheiras e papos ou, ultimamente, que estou magrinha.
Já me perguntaram se estou doente!
E o que é que eu fiz? Fui à médica pedir análises, porque isto nunca se sabe.

Curiosamente, quando me dizem que estou gira, que estou bem, que a minha barriga quase desapareceu por completo, que o cabelo é bonito, que não parece que tenho 40 anos, não sinto nada; não sinto vaidade, não fico com o ego lá em cima; parece que as palavras boas, os elogios não penetram nesta minha insegurança, mas as críticas... basta uma palavrinha e já fico a pensar naquilo o dia inteiro.
Tenho de mudar isto. É cansativo.
Sinto-me bem por fora, mas às vezes fico cheia de tremores por dentro.

E entretanto se fosse pessoa de rezar, já tinha ido um terço para as análises virem boas.



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quarta-feira, 27 de maio de 2015

É melhor não pensar...




Hoje ia a passar no centro e cruzei-me com um senhor muito entretido a falar sozinho. Ainda olhei duas vezes para ver se levava um daqueles auriculares muito em voga na viragem do século, mas não, não levava nada na orelha e nem tinha ar de quem tem sequer este tipo de gadgets. O que tinha era um olhar um bocadinho lunático e fiquei a pensar que este é um dos meus maiores medos: perder o juízo. É muito engraçado dizermos na brincadeira que somos doidos, uns grandes malucos e que de médico e de louco todos temos um pouco... Mas perder as capacidades intelectuais, perder o controlo do que vai dentro da nossa cabeça enquanto o corpo continua aparentemente saudável deve ser das piores coisas da vida. Vivermos com um pensamento que não dominamos, mergulhados numa realidade que é tão distinta da dos outros assusta-me muito. Perder o domínio do corpo quando a mente está lúcida e viva não há de ser muito melhor, mas se tivesse de escolher julgo que escolhia manter a cabeça no lugar, as faculdades mentais, emocionais e intelectuais de que tenho consciência. 
Sei que não podemos viver com medo, mas quando penso nestas cenas fico aterrada. E triste.


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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Mandei-lhe um beijinho também!


Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva)

Vinha ali na rua e ao passar em frente a um prédio grande, daqueles com muitas varandas, comecei a ouvir assobios e beijinhos repenicados. Não liguei, obviamente, que mulher séria não tem ouvidos!
Os beijinhos continuaram, assim como os assobios.
Quando já me estava a chegar a pimenta ao nariz e me preparava para olhar, espetar o dedo do meio e murmurar um "asshole!", vi que afinal o meu admirador era... Um papagaio!
Claramente bem ensinado e com bom gosto!!

:)

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Máscaras



Não sei bem onde fui buscar esta ideia e deve ser cá coisa da minha cabeça, mas nos raros dias em que saio de casa sem um bocadinho de corretor de olheiras e rímel nas pestanas, sinto-me absolutamente nua e com cara de enterro. Feinha, mas feinha.
Basta pôr os creminhos no rosto e a mistela nas pestanas para me sentir fresca e muito mais bonita.
Tenho a certeza de que a diferença é mais notória aos meus olhos, talvez para as outras pessoas tanto dê assim como assado, mas estas coisas  são uma muleta de confiança para mim.
E isto já é assim desde os 15 ou 16 anos.
Pode ser vaidade, pode ser formatação ou só uma mania, mas é um bocadinho parvo e ridículo. Porque eu sou eu na mesma...

Sou é mais eu quando tenho rímel e corretor!

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sexta-feira, 24 de abril de 2015

... pero que las hay, las hay!





Este mundo é mesmo sinistro!
Ontem estava um bocadinho com a telha, entre outras coisas que não vêm ao caso, por causa de um assunto que já se vem a arrastar há demasiado tempo e que fez com que o meu orgulho profissional e a minha sensação de justiça, assim como a fé na honestidade dos outros, fossem um bocadinho feridos e ficassem abalados.
Duas horas depois de falar disso, duas horas, cento e vinte minutos, eis que surge uma minúscula luz ao fundo do túnel. Podia ser resto da chuva de meteoritos (que não vi), mas isso tinha sido no dia anterior.
É uma centelha de resolução, mais um passo na direção certa.
Continuo de orgulho ferido, triste com a desdita e falta de palavra alheias, mas quem sabe se as coisas não acabam por se resolver?
É daquelas ocasiões em que só consigo visualizar o copo meio cheio, para ver se as energias vão para o sítio certo.

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Isso



Para mim, a elegância mede-se nas pequenas coisas; nos gestos e posturas que adotamos, nos detalhes de todos os dias, que mesmo que por vezes pareçam pequenos e insignificantes dizem muito sobre quem somos.
A elegância não é mostrar aos outros o que se tem, o que se conseguiu, mesmo que tenha sido por meio de muito esforço. Não é achar que o nosso tempo vale mais que o tempo dos outros, que as coisas que ocupam as nossas vidas são mais importantes, mais relevantes e necessárias do que as que ocupam as vidas dos outros. Não é certamente dizer coisas pela metade, mandar recados nas entrelinhas.
Ser elegante é ser honesto. É sentir uma satisfação plena, interior, pelo que se é, mas não ter necessidade de a exibir. É ter coragem para dizer as coisas como elas são. 
Gostava de ser mais corajosa, mais elegante. 

É isso.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Don't judge






Às vezes tenho a noção de que sou injusta, arrogante e que me julgo moralmente superior a algumas pessoas - principalmente em relação às que não conheço e que normalmente encontro aqui pela blogosfera. É certo que há gente que se põe a jeito e que parece não ter filtro, mas mesmo assim...

É fácil julgar os outros e esquecer que as coisas que as pessoas partilham nos blogues não compõem a totalidade das suas vidas, que há muito que fica escondido, guardado, oculto. É fácil esquecer que do outro lado de um texto está uma pessoa com problemas como os nossos, inseguranças como as nossas e com sonhos como aqueles que nos enchem a cabeça.

Ser uma pessoa melhor e não julgar ninguém: mais uma para a lista de - boas - intenções.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sete anos

Este é o castelo de Torres Novas, o castelo do meu avô Custódio,
que foi lá jardineiro durante muitos anos 



O dia de ontem, 1 de abril, dia das mentiras, um dia engraçado para muita gente, e o dia de hoje, são dias tristes para mim. Não acho piadinha nenhuma às mentiras que se inventam, às notícias falsas e à generalidade do dia.
Mas nem sempre foi assim.

O meu avô Custódio morreu a 1 de abril de 2008. Foi a enterrar no dia 2. No ano que achei que ia ser o melhor de sempre, porque faço anos a 08/08 e ia ser uma data do caraças. Não foi. Foi um ano terrível.
Às vezes acho que ele ainda está vivo, porque há 20 anos que estou a 300 quilómetros de distância e já não o via com muita frequência. Depois passo ali pela fotografia do hall e cai-me a ficha. Já não está.
Já não tenho avós e guardo as melhores recordações e carinho dos três que conheci, mas o avô Custódio esteve sempre ali na casa em frente, para me dar explicações de matemática e 20 escudos para comprar um bolo, quando eu andava no ciclo. Quando vim para a universidade, dava-me cinco contos para beber uma cerveja, sempre com o mesmo aviso: Bebe uma cerveja, mas não bebas café, que isso é um veneno!

Desculpe lá avô, mas bebo muito mais café do que cerveja!

O avô Custódio não se metia na vida de ninguém, adorava o Nuno e só queria saber se tínhamos trabalho. Então e o trabalhinho, está a correr bem?
Ficou todo orgulhoso quando lhe expliquei o que fazia, Traduzo livros, avô, eles vêm em inglês e eu ponho-os em português. Então mas tu falas inglês? E escreves livros? Não escrevo, traduzo. Oh, é a mesma coisa!

Era um querido, sempre todo janota, perfumado, com o seu alfinete na gravata.
Tenho sempre saudades dele, mas nestes dois dias, ainda mais.

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segunda-feira, 30 de março de 2015

Instinto

Trust




Às vezes é mais fácil ignorar o instinto, deixar passar aquela sensação de que alguma coisa não devia ser exatamente assim, que aquela sensação não é completamente confortável, que se calhar isto vai ser um problema ou se calhar devia era estar quietinha, ou devia mexer-me mais, ou admitir isto ou aquilo.
O instinto é tramado, porque nos diz sempre, nem que seja lá no fundinho do fundinho, o que está certo e o que está errado. O que acontece e não acontece, o que é e o que não é.

Ignorá-lo é ser avestruz, é esconder a cabeça na areia e pensar que se não vemos nada é porque não há nada para ver.
Errado.

Quero dar mais ouvidos ao meu instinto, valorizá-lo mais, esforçar-me para o seguir, porque se o fizesse mais vezes metia menos a pata na poça!

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Só isto

Frequently


Yep!

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segunda-feira, 9 de março de 2015

Superação!!




What difference would it make in your life if you had an absolutely unshakable confidence in your ability to achieve anything you really put your mind to?



Existem poucas coisas que me fazem tão bem ao ego quanto a certeza de que consigo. Não importa o quê, como ou em que condições, só a certeza de que se me dispuser a fazer alguma coisa, faço e pronto.
Ao longo da vida tenho-me superado em muitas coisas, algumas que me assustavam, outras que me pareciam distantes, quase impossíveis. Se me dispuser a fazê-las, a chegar a fim, faço e chego. Seja através do esforço físico, intelectual, emocional, o que for. 

Só falta aplicar esta realização ao resto das coisas importantes!

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