segunda-feira

Assim vale a pena!

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Há pessoas com quem dá tanto gosto, mas tanto gosto trabalhar que nem há explicação!
Eu adoro o meu trabalho, adoro a falta de horários fixos, adoro a liberdade que me dá e só tenho pena de por vezes não a saber aproveitar e capitalizar da melhor forma.
Mas ter coordenadores editoriais que confiam em mim, que me dão essa liberdade quando quero fazer as coisas à minha maneira é absolutamente impagável!

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quarta-feira

Dias felizes!

Happy Birthday





Hoje faz anos o amor da minha vida, a melhor pessoa que conheço, o homem que gostava de ter sempre ao meu lado, até sermos velhinhos, enrugados e chatos, até morrermos de mãos dadas!
Hoje é o melhor dia do ano, em pé de igualdade com o meu próprio dia de anos, porque se o Nuno não tivesse nascido, tenho a certeza de que a minha vida seria uma valente bosta!
Gosto tanto de ver os anos a passar por nós e nós a passar pelos anos!

Amo-o, adoro-o com uma serenidade, uma certeza que nunca pensei sentir, eu que sempre fui tão inquieta, tão inconstante; vai-se a ver e faz hoje 21 anos que nos conhecemos. 21!!
A minha vida é tão melhor com ele, eu sou tão melhor com ele!
Venham mais 41!

Happy B'day, Love!

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sábado

Aceitam-se sugestões!

Game of Thrones Winter Is Coming Mug | 24 TV Show Coffee Mugs That Are Perfect For Both Your Coffee And TV Addiction






Ando aqui um bocadinho órfã de séries de jeito.
A primeira temporada da The Strain acabou e só deve voltar lá para o início do verão, a terceira temporada do Sherlock e a quarta do Girls só voltam em janeiro e a Game of Thrones deve voltar para Abril. A Orange is The New Black não faço ideia quando volta.
Ainda não comecei a ver o How to Get Away With Murder, nem o House of Cards.
Vejo o Scandal a conta-gotas e ando a poupar os episódios de Downton Abbey, para ocuparem o resto de novembro e dezembro.

Entretanto, entretenho-me na tv com o House Hunters e a minha última paixão, o Bondi Vet, na SIC Mulher!! Choro que nem uma desalmada a ver os animaizinhos doentes e depois restabelecidos, mas adoro ver aquilo e estou em crer que se não fosse tradutora era gaja para ser veterinária - menos de cobras e crocodilos e bicheza do tipo!!

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terça-feira

Show off

Just because they don't understand doesn't mean you're on the wrong path.




No outro dia fui a uma loja onde já trabalhei e encontrei uma colega que já na altura lá trabalhava.
 Conversa de circunstância para aqui e para ali, quando a antiga colega me pergunta:

- Então e meninos, tens?
- Não.
- Nenhum?
- Não, nenhum.
- Mas tu já tens quantos anos? És mais ou menos da minha idade, não és?
- Sim, tenho 40.
- Pois, então ainda vais a tempo, que agora é moda ter filhos tarde.
- Mas não quero ter.
- Oh! Nem um? Só para mostrar, para dizer que tiveste!
- Não!
- Olha, eu tive uma só para dizer que tinha, só para mostrar! Assim fico despachada!

E é isto.
A estupidez e a falta de noção em pessoa.

Não duvido que ela adore a filha, como é evidente, como eu adoraria qualquer criança que me entrasse em casa, de quem cuidasse e com quem criasse laços. Mas ter por ter, porque é o que se faz, porque sim, não faz definitivamente parte dos meus ideias de vida.
E tive a sorte de encontrar alguém que pensa como eu e que gosta de partilhar a vida comigo.

Cada vez gosto mais de ter cabeça para pensar. Sim, que a minha cabeça não serve só para carregar com este cabelo lindo!!

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sexta-feira

O Gato está bem, btw

11 Books to Read After College Graduation (When You Have No Idea What's Going On) | Bustle
Podia ter lido isto, mas não li!





Eu sei que nem sempre consigo ser a pessoa mais sensata do mundo, às vezes falo mais do que devia, sem filtro, até digo coisas de que mais tarde me arrependo, mas tento sempre, sempre, não ser insensível em relação aos outros.
Por ridículo que possa parecer, porque afinal é só um gato (como dirão os seres superiores que nunca tiveram animais de estimação em casa durante mais de 15 anos), quando se conta a alguém que o gatinho tem problemas renais e esteve internado, a resposta que se quer ouvir não é um displicente:
"Ui, então, diz-lhe adeus!"
Isto vindo de alguém que chorou baba e ranho quando o gato lá de casa morreu.
Não.
Para dizer merdas destas mais vale estar de bico fechado.

E perguntam-me: Espingardaste?
Não, também.
Por respeito, por ter noção de que se abrisse a boca ia dizer merdas a mais e porque é feio ser-se indelicado para com os mais velhos.

Estou tão crescidinha, eu!

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Vagueblogging - Cabe aqui tanta coisa

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No primeiro dia custa muito.
Porque se achou que não devia ser assim; porque a notícia nos apanha desprevenidos; porque ainda não se entende bem, mas ainda se acha que é só um soluço, que terá uma resolução simples. Rápida e indolor.
Depois as informações começam a fazer efeito. As peças encaixam-se. Imaginam-se cenários - quase sempre maus. Continua-se com esperança, mas já há uma pontada de medo lá pelo meio.
Com o passar do tempo aceita-se melhor a situação, vemos que é pelo melhor, esperamos que por custar tanto agora talvez a recompensa final seja boa. E volta a esperança.

Os dias passam-se e o primeiro dia sem lágrimas é quase uma conquista.
Está tudo lá: o medo, a dor, a raiva, a culpa, a esperança e o amor.
O amor em todas as suas formas e intensidades.

Hoje, para mim, foi o primeiro dia sem lágrimas.
Um bom dia, portanto...

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quarta-feira

É tudo ao lado! (Não imaginam quanto tempo demorei a escrever isto!)

Turn off your computer and go outside #typography #illustration #format
Tentador...




Eu já costumo ser uma grande troca-tintas.
Troco as letras todas. Os por Is, Is por Us, éMes por éNes. Às por ésSes. Um horror, uma tragédia!
Mas hoje, hoje estou ao rubro! Estou mais disléxica dos dedos do que o valha-me deus!
E com isto são três e meia e estou tão cansada como se estivesse a trabalhar há dez horas.

Chiça penico!

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terça-feira

sexta-feira

Há-de haver comprimidos para isto!

I need this to put on my door. And on a hat. Or a shirt. I just need this on a big sign tht follows me around Get any book for 99 cents. DAILY DEALS !





Quando estou a ler uma história mais envolvente, bem escrita, que me faz mergulhar no mundo descrito, acontece-me sempre uma coisa engraçada, seja em livros de trabalho ou de lazer.
Quando pressinto que as coisas vão correr mal a determinada personagem, fico com dores de barriga, o coração bate-me mais depressa, fico com medo e aviso-as mentalmente: Não faças isso! Não cases com ele! Não vás por aí! Cuidado!

Como se tivesse alguma influência no resultado; como se o livro não estivesse já escrito!
Silly me!

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terça-feira

segunda-feira

Live and let live

Love Is Love LGBT Gay Pride Rainbow Bumper by BumperStickerStore, $3.99




Não que venha a propósito de coisa alguma, mas há uma coisa que me aborrece tanto, mas tanto nesta sociedade hipócrita em que vivemos:
Por que diabo é que as pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo têm de assumir as suas preferências? Por que raio a sociedade lhes exige uma afirmação, uma justificação, uma tomada de posição?
A mim, nunca ninguém exigiu que estipulasse a minha preferência sexual. Nunca ninguém me aconselhou a declamar para quem quisesse ouvir que gosto de homens!

Fala-se muito de igualdade e da queda dos preconceitos, mas enquanto for exigido a um homossexual aquilo que não é exigido a um heterossexual, não existe igualdade e continua a haver discriminação, preconceito.

É feio, senhores, muito feio.

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quinta-feira

Épica

the life of an insomniac...LOL!
...

Não é que tenha adormecido tarde, nem que tenha acordado cedo.
Simplesmente não acordei, porque não adormeci.
Que p*ta de noite...

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sexta-feira

Amigos



Há quem defenda que a partir de uma certa idade as pessoas deixam de conseguir fazer amigos, de conhecer gente nova com quem se identifiquem e com quem sejam capazes de estabelecer ligações.
Não concordo nada com isto.
As amizades construídas na idade adulta podem não ter e inocência ou a cumplicidade das amizades infantis ou adolescentes, mas têm outras características boas porque, regra geral, as pessoas são mais confiantes, já sabem do que gostam e não gostam nos outros e além disso têm os seus limites muito mais bem estabelecidos. É mais fácil separar o trigo do joio quando se é adulto e menos influenciável.

Gosto imenso de conhecer pessoas novas, histórias novas e acho que há pessoas que fazem falta na nossa vida, mesmo que não sejam os nossos melhores amigos.
Por exemplo, comecei a fazer Zumba há coisa de um ano e dois meses e uma das primeiras coisas que me cativou, além dos ritmos calientes e do bambolear das ancas!, foi o ambiente que se sentia na sala. As pessoas sorriam, brincavam umas com as outras, com a professora, e a aula era bem mais do que uma hora de dança e treino cardio disfarçado de diversão. Senti empatia, senti uma vibração boa.
Agora, conheço quase metade das pessoas que frequentam habitualmente a mesma aula e tenho de dizer que encontrei verdadeiras pérolas em forma de gente! Pessoas com quem me identifico, com quem gosto de conversar, de brincar e sobretudo de dançar!

Por aqui pela blogosfera também fui conhecendo ao longo dos anos pessoas que considero minhas amigas, algumas delas bastante próximas e sem as quais a minha vida não seria a mesma. Partilhamos histórias, gargalhadas e angústias e ainda que longe estamos sempre por perto.

Ter amigos, em todas as diferentes gradações, é das coisas mais reconfortantes da vida e acho que nunca é tarde para descobrir pessoas novas!

:)

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terça-feira

Quando as amendoeiras estiverem em flor

É aqui que nos vamos sentar


Uma das coisas que acho que se vai aprendendo com a vida, com o passar dos anos, é a gestão das ansiedades, dos desejos e das frustrações. Continuo a ser uma pessoa muito pouco paciente, quero sempre tudo à minha maneira e se possível para ontem; se não for possível, quero para ontem na mesma!
Por isso entendo bem que quando as coisas não nos correm de feição, quando uma pessoa já está cansada e frágil, as prioridades se baralhem um pouco e uma contrariedade, digamos mediana, se transforme numa quase catástrofe, numa mágoa e tristeza profunda.
Até me custa dizer isto, porque é uma constatação recente também para mim, mas são estas contrariedades que nos vão moldando, que nos vão ensinando a ter paciência, a ser crescidinhos, a ter a cabeça no lugar.
Como as desilusões amorosas da adolescência nos ensinam a reconhecer um grande amor quando ele nos bate finalmente à porta, também os imprevistos, os revezes, o adiar dos planos e dos sonhos nos ensinam que mesmo que não aconteça já, pode acontecer daqui a uns tempos.

Mesmo que o tempo não jogue a nosso favor, não se trata de desistir, apenas de adiar!
Ficamos com mais tempo para sonhar!

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sexta-feira

...

Just breathe.  Cystic Fibrosis Awareness



Isto vai ser sempre assim.
Uma vez, um dos ortopedistas (uma senhora) que consultei disse-me que enquanto tivesse esta profissão, ia ter sempre estas dores, estas "crises", por culpa do desgaste, dos movimentos repetidos, das posturas que nem sempre são as mais corretas.
Perguntou-me se ponderava mudar de atividade profissional. E eu perguntei-lhe se ela podia deixar de ser médica.
É que esforcei-me tanto para estar aqui, para poder fazer isto com competência e propriedade, que me recuso a ponderar o que quer que seja.
Trabalho sem parar há dez anos. Com férias pelo meio, obviamente.
Sou uma sortuda, faço o que sempre desejei fazer. Trabalho com o que mais amo, que são os livros, as histórias, as viagens sem sair da cadeira! Mas são dez anos a escrever, por vezes a um ritmo absurdo, frenético, que massacra o corpo. Eu fazia páginas inteiras em nove minutos! 250/300 palavras em nove minutos!
No more.
Agora demoro 20 minutos para fazer o mesmo, com metade da frescura nos pulsos e no resto do corpo.
O mais difícil é aceitar que este é o meu ritmo; saber que os prazos têm de ser calculados de outra forma; e fazer muita força para que este novo compasso seja "aceitável" para os meus empregadores.
Tenho de aprender a gerir tudo outra vez. Emoções incluídas.

Com calma.

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segunda-feira

Glorificar o que não está bem


...

Como quase todas as mulheres que conheço, há coisas no meu corpo que gostaria que fossem diferentes. Maiores, mais pequenas, mais ou menos pronunciadas, enfim, se pudesse refazer-me, mudava muita coisa. Tenho em relação a isto sentimentos bastante contraditórios, porque se por um lado acredito que devemos aceitar como somos e abraçar a nossa individualidade, por outro lado não tenho nada contra em tentarmos ser cada vez melhores versões de nós mesmas, mais conscientes, mais corretas, mais saudáveis e mais bonitas, para quem a beleza importar - e para mim importa.
Procuro comer bem, alimentos com tanta qualidade quanta o meu orçamento me permite comprar, faço um esforço incomensurável para não comer doces a toda a hora, faço desporto porque sei que me faz bem à cabeça, mas também ao corpo. Procuro vestir-me bem - seguindo a mesma lógica orçamental! - com gosto e com peças que me favoreçam e procuro cada vez mais acolher a ideia de que não somos todas feitas a partir de um único molde e que não devíamos ser avaliadas como tal.
Mas uma coisa é aceitar aquilo que somos e aprender a gostar de nós assim, outra coisa é glorificar aspetos que não são assim tão bonitos.
Anda para aí um movimento - ainda discreto - em que as mulheres são encorajadas a fotografar as estrias e as cicatrizes das cesarianas, assim como os seios descaídos porque diz que são marcas lindas da história da mulher... Que são testemunhos do que é "ser mulher"...

Eu peço desculpa pela insensibilidade, mas estrias, celulite e seios descaídos podem de facto contar uma história bonita, podem remeter para um dos aspetos mais fascinantes da vida de uma mulher, mas não são marcas bonitas no corpo de ninguém.
Todas temos direito a sentir-nos bonitas, plenas, realizadas e em paz com o corpo que temos. É talvez das coisas que mais escapa à indústria cosmética e da moda: todas as mulheres têm o direito de estar bem com aquilo que são, viver bem no corpo que têm.
Mas ainda estou para conhecer quem goste de ter estrias nas coxas, na barriga ou nas costas... ou cicatrizes e peles descaídas. Não conheço ninguém que, dada a oportunidade, não trocasse estes pequenos sinais do tempo e das circunstâncias por uma pele lisinha e seios empertigados.

Como disse, acho que todas devíamos amar o corpo que temos, até porque não vamos ter mais nenhum, mas amar o corpo passa por cuidar dele, por ser mais saudável, por fazer mais por nós.
Eu jamais vou dizer que gosto da minha barriga ou que adoro os papos que tenho nos olhos porque não gosto: detesto-os e dentro do razoável faria tudo para me livrar deles.
Aceito estas características como fazendo parte de mim, mas não vou fazer de conta que as amo e dizer: Muito bem, então daqui para a frente vamos lá tentar convencer o pessoal que bonito, bonito, é ter um pneu na barriga e papos nos olhos... Não. Vou continuar a tentar comer melhor, a dormir melhor e a fazer desporto; vou continuar a cuidar de mim o melhor que souber e puder.
Mas tentar "glamourizar" o que não está bem?
Não me parece...


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terça-feira

Não há mesmo palavras.

Há coisas que nem sei como se escrevem.
São tão absurdas, tão difíceis de conceber, tão inacreditáveis que as palavras não são realmente suficientes. Não se inventaram ainda palavras para justificar a morte. Seja a morte de uma criança, que para mim é das coisas mais atrozes que posso imaginar, seja a morte de um casal. Um casal divertido, novo, com dois filhos finalmente criados. Ainda que saiba muito pouco, fui acompanhando através da minha tia o percurso de um casal modesto que se esforçou imenso para conseguir criar dois filhos, dar-lhes uma boa educação, dar-lhes bases para uma vida boa. Agora que os filhos estavam prestes a começar a trabalhar, os pais iam poder finalmente gozar um pouco mais a vida, aproveitar os anos dourados.
Morreram ontem num acidente de carro em Espanha. E a filha, que ia com eles e que começaria a trabalhar num emprego de sonho em outubro está internada em estado grave.
Eram os melhores amigos dos meus tios, família.
Ele era meu compadre.

E estou para aqui com o coração do tamanho de uma ervilha, com uma vela acesa para a filha ficar bem e o filho aguentar o choque de ter ficado sem pai e mãe num piscar de olhos.
É absurdo.

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quinta-feira

O País Envelhece

I would give anything to have a picture like this for my child......I miss you Mimi & Helen.....





Tirando uma ou outra notícia quando não há desgraças mais interessantes a relatar, ninguém fala com seriedade do facto de o nosso país ter cada vez menos jovens, cada vez menos bebés.
Ainda há quem tenha filhos, quem queira queira uma família, mas os dados não mentem. Sem ter grandes números presentes, a verdade é que estamos a envelhecer enquanto país, a renovação das gerações não se faz como antigamente, quando havia menos dinheiro, menos distrações, menos tudo, mas mais necessidade de braços para trabalhar.
Pela parte que me compete, também sou responsável por esta falta de renovação; não tenho filhos, não vou ter. Nunca achei que devia deixar descendência porque "é o que as pessoas costumam fazer", porque é essa "a ordem natural das coisas". É uma opção consciente, que não me retira o direito de ter uma velhice acompanhada e digna.
Mas se hoje trabalho para que a minha contribuição sirva para pagar (justamente) a quem já trabalhou ou a quem mais precisa, também é verdade que a segurança social já não funciona em estilo mealheiro - em que uma pessoa paga o que tem a pagar mas sabe que quando chegar a hora de se reformar terá apoio, uma compensação pelo tanto que trabalhou.
Sem gente nova para continuar a trabalhar, para manter este país vivo e ativo, quando chegar a minha hora de receber uma fração daquilo que paguei a vida toda, não vou ter um tostão.

O país não vai ter suficiente sangue novo, ideias novas.
Ficamos com quê?

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