quinta-feira

Let it go!

Love this. If it's dragging you down, let it go!:






Tenho em mim tantas coisas de que gosto como outras de que não gosto.
Uma das que gosto, e gosto muito, é que não sou pessoa de guardar rancores de nada nem de ninguém. Lembro-me, evidentemente, das coisas e pessoas que me magoam, mas não fico para aqui perdida a alimentar a amargura ou a lamentar-me para todo o sempre daquilo que me acontecem ou do poucochinho com que alguém me tratou.
Passa-me tudo num instante e ainda que fique a mágoa, ou que as coisas não voltem a ser exatamente como antes, a vida continua, a Terra não parou de girar e enfim, tudo passa.

É que quando guardamos coisas más dentro de nós elas acabam por nos envenenar o espírito e o coração. Se deixarmos que isto aconteça, não se passa muito tempo até se começar a ver só o mal nas pessoas, até se examinar cada palavrinha, cada gesto, cada olhar.
O rancor, o despeito e o ciúme são corrosivos, fazem-nos mal, porque não se vêem, mas se nos agarrarmos a eles, acabam por ser aquilo que projetamos para o mundo. E eu não quero isso, não sou assim.
Acredito que recebemos na justa medida daquilo que damos, seja para o bem, seja para o mal e por isso, prefiro ser bondosa, generosa, amável e sobretudo, seletiva. Escolho aquilo que guardo na memória, escolho as pessoas que mantenho na minha vida e escolho sobretudo o que quero ser e o que transmito.
E assim está bem!



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