quinta-feira

Abraça-me


Esta imagem é de uma ternura avassaladora.
Sinto tantas vezes este abraço das letras, das palavras, das frases, das páginas...

A maior parte das vezes é um abracinho bom, quente e reconfortante, outras é um abraço gelado que me faz contorcer e me dá vontade de fugir.

Mas não é para estas considerações que aqui estou.

A Ana C. fez-me quatro perguntas. E cá estou a responder ao repto.


1 - Quem mais gostas de abraçar no presente?
Gosto de abraçar o Nuno, porque tem uns braços grandes, fortes (e rijinhos!!) que me envolvem como se eu fosse mesmo muito pequenina e me dão a sensação de que o mundo pode estar a ruir lá fora... dentro daquele abraço estou protegida.
Assim tipo isto:


2 - Quem nunca abraçarias?
Muitas pessoas.
Uma pessoa que cheirasse muito mal, que tivesse piolhos ou que fosse oriundo de um grupo étnico ali para os lados da Hungria... Lamento, mas não mesmo.

3 - A quem davas tudo para poder abraçar?
Gostava de ter uma resposta hipersensível e dizer "o meu avô", mas eu sou uma pessoa de afectos e demonstro-os sem medo. Abracei muito o meu avô enquanto ele viveu e ainda hoje abraço muito as pessoas de quem gosto de verdade. Sou a verdadeira melga, sempre aos beijinhos e abraços.

4 - A quem davas o teu melhor abraço?
A duas pessoas que me conhecem por dentro e por fora, que gostam de mim apesar de todos os meus defeitos, que sabem valorizar o que faço bem e dizer-me as palavras certas quando estou a agir mal. Mas atenção! Todos os meus abracinhos são de grande nível!!


Bem, agora tenho de passar o desafio a quatro pessoas...
Esta é a parte difícil.

Assim, deixo no ar o convite e que o abrace quem tiver vontade!
Boa?!

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1 comentário:

Ana C. disse...

ADOREI a tua fotografia abraçada pelos grandes braços do amor :)