segunda-feira

Já Nasceu a Eduarda!!




E foi assim que no sábado, dia 6 de Junho, por volta das seis horas, nasceu a nossa Duda!
Ela não queria, estava muito bem instalada, protegida do frio, da chuva e dos beijos das tias chatas!!
É uma menina saudável, comilona e muito querida. Tem um narizinho pequenino, redondinho, lindo! E umas orelhinhas do mais perfeitinho que há! (Tenho fascínio por orelhas e narizes de bebés!!)

Aqui, do lado de fora do seu alojamento com aquaparque, a Eduarda vai encontrar uma família pronta para a inundar de amor, carinho e muitos ensinamentos e uns tios emprestados que já a consideram parte da pandilha!!

Gosto de pensar na vida que a espera, nas coisas que ela tem para aprender, na pureza que reina na sua cabecita de bebé.
Porque na minha maneira de ver as coisas, um bebé é como se fosse uma gigantesca tela em branco, onde cada um de nós, mas especialmente os pais e familiares mais chegados, escrevem os princípios e valores que vão reger a sua vida.
É possível fazer tudo bem. É possível ensinar coisas boas, como a capacidade de amar, a vontade de aprender, a nobreza de carácter, o valor da amizade, a boa educação e mais mil coisas que fazem um ser humano completo. E feliz.

Por enquanto, a Duda ainda se assusta com os espirros, com os movimentos bruscos, ainda fica a olhar fixamente para nós como se estivesse a fazer um esforço para nos ver. O mundo ainda é um borrão indistinto para ela. Ainda está tudo em aberto!

Quando olho para um recém-nascido penso quase sempre duas coisas, e geralmente pela mesma ordem:
- Ai bebé, que não sabes em que mundo te vieste meter!
e depois:
- Não te preocupes que não é assim tão mau!

E não é mesmo. Apesar de todas as injustiças, de toda a violência e de tantas almas atormentadas que vagueiam por aqui, o mundo é um lugar que vale a pena, porque continua a haver amor a espreitar em cada esquina, coisas e pessoas boas. Continua a haver bebés a nascer, que vão crescer, aprender o melhor que a vida tem e equilibarar os pratos da balança.

Quando olho para um bebé, não vejo só a pele rosadinha e os dedos que tentam agarrar o mundo todo de uma vez. Vejo esperança, futuro e mais uma possibilidade de Felicidade. Mais uma oportunidade de criar uma pessoa boa.

Bem-vinda, Eduarda!
Ainda nos vamos divertir muito!!

*
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2 comentários:

MARIINHA disse...

São tão queridos. Que saudades Ana.! Nem imaginas as saudades que geralmente todas as mães sentem pelos seus filhotes pequeninos.
Essa aí é uma coisinha mesmo amorosa. Parabéns aos pais e a todos os familiares. Que seja muito feliz. Beijinhos para ti.

Banita disse...

Parabéns à duda e à sua família!
Ben-vinda pequenina! O mundo é teu! Faz dele o que quiseres. (sem chorar muito, ok?)